São portas fechadas, paredes por derrubar, São iPads novinhos, só se podem ver ao longe...
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011
quinta-feira, 18 de março de 2010
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Apresentação à sociedade
Caros companheiros e amigos, tenho a honra de vos apresentar aqui a minha digníssima esposa.
Pela primeira vez tenho a honra de apresentar em público a minha mais que tudo.
Aqui a apresento pois Ela exige que eu seja tratado, por vós, com a probidade e urbanidade que eu mereço.
Agora tenho que acabar de escrever que ela está a ordenar-me que deixe o computador.
Beijinhos e abraços.
Os Varelas bebem leite como os bombeiros
terça-feira, 28 de abril de 2009
Lápis Azul da Montanha
Ouvi dizer, chegou-me aos ouvidos ainda que ao de leve, comenta-se nos corredores, segundo consta, afiançaram-me que o sindrome da varelagem atacou, desta vez, aquele que não tem lá ido.
domingo, 7 de dezembro de 2008
Teste ao Varelismo
A pedido de vários conjuges que não se conseguem libertar desse terrível síndrome que assola alguns machos latinos da nossa praça que dá pelo nome de Varelismo, deixo aqui um pequeno teste que os interressados poderão realizar, de forma anónima, no remanso do lar e assim aquilatar o grau de varelismo que os achaca:
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Ao Varela
Caro Varela, deixo-lhe hoje um libelo de liberdade escrito pelo Poeta Manuel Alegre em homenagem a todos os Varelas que sabem que podem cortar as amaras com a hierarquia opressora:
"Mesmo na noite mais triste/
Em tempo de servidão/
Há sempre alguém que resiste/
Há sempre alguém que diz não."
Varelas de todo o mundo, uni-vos! Não se deixem dominar por um qualquer lápis azul.
"Mesmo na noite mais triste/
Em tempo de servidão/
Há sempre alguém que resiste/
Há sempre alguém que diz não."
Varelas de todo o mundo, uni-vos! Não se deixem dominar por um qualquer lápis azul.
domingo, 30 de novembro de 2008
Varelas de todo o mundo uni-vos!
Aqui do Campo Pequeno onde me encontro a acompanhar os trabalhos de mais um Congresso do Partido, encontro tempo para me solidarizar com todos os Varelas deste Mundo e congratular-me com a inciciativa do Museu Nacional Opressão Varelas de levar a cabo uma exposição sobre a censura nos tempos da outra Senhora.
As teses que irão ser aprovadas, dentro de momentos, no nosso XVII Congresso visam terminar com a opressão que todos os Varelas têm sido vítimas ao longo dos anos. Chegou o momento de terminar com essa doutrina dominante imposta pelo Imperialismo: o Varelismo.
Uni-vos, Varelas, juntos conseguirão derrubar as todas amas deste mundo.
De pé ó vítimas da fome,
De pé Varelas da terra.
Bem unidos façamos
Desta luta final
Uma terra sem amas,
A Internacional.
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