São portas fechadas, paredes por derrubar, São iPads novinhos, só se podem ver ao longe...
sábado, 7 de março de 2009
Vem ai o TNT e já há cabeças a deitar fumo
quarta-feira, 4 de março de 2009
Alerta Amarelo
Acidente na A1, uma viatura entrou na área de serviço da Mealhada causando uma vitima mortal e alguns feridos, logo passado algumas horas o ULKE da PAPANATA invade o Porto, espalhando o terror por onde passa.
Ouvi Dizer que está tudo doido..........
Ouvi Dizer que está tudo doido..........
Dia da Mulher
Referenciação:
2at2 Club,
Bicharada,
Sexo,
Sexo com Gajas,
Sexo e a Cidade,
Sexo na Estrada,
Sexo na Praia,
Sexo na Tasca,
Sexo nas Dunas,
Sexo no Futebol,
Sexo Virtual
segunda-feira, 2 de março de 2009
Ouvi Dizer..............
Ouvi dizer que há registos fotograficos (autorizados por altas patentes)de um convivio, que não sendo na margem esquerda é suzunal e não sendo na pista de motocross da Guarda Inglesa, envolve desporto motorisado e todo o terreno.
Não sei, foi um amigo que falou com um papagaio e eu ouvi o papagaio a repetir..............................
Não sei, foi um amigo que falou com um papagaio e eu ouvi o papagaio a repetir..............................
sábado, 28 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Sedentes de Liderança
Unicer e Central de Cervejas
Não haverá, provavelmente, outro sector de actividade em que a palavra guerra seja tantas vezes pronunciada. Guerra de inovações, de patrocínios, de preços, de acusações e, agora, guerra de liderança.Central de Cervejas e Unicer, donas das marcas Sagres e Super Bock, reclamam o primeiro lugar do mercado português. Afinal, quem é o líder? E, mais importante, para quê? As campanhas de publicidade que chegaram às televisões nacionais na semana passada são o mais recente reflexo de um duelo que dura há décadas. O mote é exactamente o mesmo: agradecer a preferência dos consumidores em 2008. Do lado da Unicer, trabalhadores de diversas áreas juntam-se para brindar com os portugueses. Do lado da Central de Cervejas, é o próprio presidente executivo, Alberto da Ponte, que oferece "uma rodada a Portugal". A verdade é que as duas cervejas são líderes, dependendo da perspectiva com que se olha para os números do mercado. A Super Bock ganhou no acumulado do ano, registando uma quota de 45,1 por cento, contra 43,6 por cento da rival. E a Sagres ganhou no último bimestre analisado (Outubro e Novembro do ano passado), com uma quota de 45 por cento. Nesse período, a marca da Unicer ficou-se pelos 44,2 por cento. Num comunicado enviado pela Central de Cervejas, a empresa refere que a Sagres "recuperou a liderança cerca de 20 anos depois", graças ao reforço de posição no canal não alimentar (hotéis, restaurantes e cafés, por exemplo) e na grande distribuição. Foi nesse contexto que avançou com a campanha de publicidade protagonizada pelo seu presidente e avaliada em três milhões de euros. António Pires de Lima, presidente executivo da empresa nortenha, detida em 44 por cento pela cervejeira dinamarquesa Carlsberg, nunca negou que estava a perder terreno para a concorrência. Aliás, foi também por isso que avançou com uma reestruturação interna, logo quando entrou na Unicer, em Julho de 2006. No total, a operação de emagrecimento, que culminou com o despedimento de 700 pessoas, custou 45 milhões de euros. "Caso contrário, teríamos dificuldade em manter rentabilidade face a um concorrente tão dinâmico", admite o gestor em entrevista. Para medir forças com uma concorrência cada vez mais feroz, o gestor pôs em xeque os resultados financeiros. Os lucros da Unicer vão ficar-se pelos 20 milhões de euros em 2008, quando, um ano antes, chegavam aos 27,4 milhões de euros. O resultado "foi muito afectado pelos custos de reestruturação", explica. Em termos de negócio global, a empresa cresceu três por cento em valor, facturando agora de 472 milhões de euros. A Central de Cervejas não apresenta resultados oficiais, por política interna do seu accionista - a holandesa Heineken. Os últimos dados conhecidos remetem para o primeiro semestre de 2007, quando anunciou vendas de 229,1 milhões de euros e um crescimento de 72 por cento em termos de "cash flow" operacional. Para Pires de Lima, o mistério em torno da situação financeira da sua concorrente explica os ganhos de quota de mercado. "Os dados que temos da Central de Cervejas apontam para prejuízos em 2007 e 2006 de 40 milhões de euros e, de acordo com informações de casas de investimento, o 'cash flow' que a Heineken atribui a Portugal para 2008 e para 2009 é inferior a 50 milhões de euros. O da Unicer ronda 90 a 100 milhões de euros", afirma. É nestes resultados que sustenta a teoria de que a dona da Sagres anda "a comprar quota de mercado". Visões diferentes No entender do gestor, a empresa liderada por Alberto da Ponte tem feito "investimentos despropositados" em marketing, acções comerciais e redução de preços para angariar pontos de venda no canal não alimentar, o que se reflecte na quota de mercado, uma vez que esses estabelecimentos, ao contrário do que acontece nos hipermercados, passam a vender apenas a marca Sagres. A Central de Cervejas não se mostrou disponível para comentar estas acusações, nem para revelar dados financeiros, uma vez que se encontra impedida de prestar declarações porque a Heineken, enquanto empresa cotada, está prestes a divulgar os resultados de 2008. No relatório e contas apresentado anualmente pela empresa ao Ministério da Justiça, verifica-se que gera prejuízos, pelo menos, desde 2006. Em 2007, o resultado líquido assinalava perdas de 16,6 milhões de euros. No documento, a subsidiária da cervejeira holandesa explica que foram deduzidos 35 milhões de euros aos lucros, relativos a amortizações do valor de trepasse ("goodwill"), relacionadas ainda com a aquisição da empresa aos colombianos da Bavaria pelo consórcio português da VTR, no ano 2000. Se este montante não tivesse sido subtraído, a empresa, segundo o seu relatório e contas, daria lucros de 18,4 milhões de euros. O argumento da Unicer é que a liderança serve de pouco, se não houver sustentabilidade. No entanto, também a empresa de Pires de Lima se envolve nesta guerra de quotas. "É um tema de motivação interna e de escala, mas é preciso saber como é que as posições são conquistadas", refere. No fundo, ser número um não serve para abrir mais portas na rede de distribuição, não ajuda na expansão internacional, nem sequer é suficiente para cair nas boas graças dos accionistas. Como o próprio ex-presidente da Compal descreve, trata-se de um discurso "esquizofrénico" e "egocêntrico". Estratégias semelhantes Com o abrandamento do mercado doméstico, o negócio não se faz crescendo, mas sim roubando espaço à concorrência. Em 2008, de acordo com a consultora AC Nielsen, beberam-se menos sete milhões de litros de cerveja em Portugal. E, deste consumo, cerca de cinco por cento já está nas mãos das marcas próprias da grande distribuição. Unicer e Central de Cervejas, donas de praticamente 90 por cento do mercado, terão, certamente, outras preocupações que não apenas a liderança. No entanto, têm-se dedicado intensamente a esta guerra. Uma das armas mais utilizadas foi a da inovação, numa altura em que o mercado ainda permitia esse luxo. Há dois anos, era de crescimento que se falava e não havia lugar para a palavra crise. Só em 2006, a Unicer e a Central de Cervejas lançaram nove produtos novos. Alguns acabaram por revelar-se uma má aposta, como foi o caso da Sagres Chopp (que só esteve no mercado pouco mais do que um ano) e da Super Bock Twin (cujo nome teve de ser mudado para Sem Álcool). O foco nas cervejas (e também nas águas, com as marcas Vitalis, da Unicer, e Luso, da Central de Cervejas) obrigou a decisões difíceis. As grandes vítimas foram os activos complementares. A empresa de Alberto da Ponte optou por vender o negócio dos sumos, protagonizado pela marca Joi, à Schweppes, e Pires de Lima está a fechar um acordo para gerir, em regime de sociedade, os cafés Bogani e já conseguiu encontrar investidores para explorar os seus projectos turísticos. Nos últimos tempos, esta batalha tem tido contornos de causa-efeito, com estratégias pouco divergentes - da investida em Angola, onde ambas pretendem construir fábricas e produzir marcas locais, até à campanha de publicidade agora lançada. E criou, inclusivamente, um clima de conflito entre as duas empresas, com direito a acusações de parte a parte e a queixas sucessivas contra publicidade e patrocínios indevidos. A Unicer diz-se "diferente" porque é uma empresa "nacional", que não tem a estrutura de uma multinacional por trás que possa dar mais fundo de maneio à operação; porque tem uma estratégia de "portfolio de marcas" de cerveja (Super Bock, Cristal e Carslberg); e porque tem uma política de resultados "transparente". A Central de Cervejas, que já está em mãos estrangeiras desde que, em 2003, a escocesa Scottish & Newcastle entrou no capital, tendo passado para a Heineken no ano passado, está a roubar espaço à rival. Conquista que diz reflectir uma "evolução sustentada", baseada numa forte estratégia de patrocínios e marketing. O próximo ano não vai ser fácil para ambas e a entrada definitiva em Angola, uma saída para a quebra do mercado doméstico, ainda está a alguma distância. O mais natural é que esta guerra esteja para durar. Quem sabe, mais 20 anos.
Não haverá, provavelmente, outro sector de actividade em que a palavra guerra seja tantas vezes pronunciada. Guerra de inovações, de patrocínios, de preços, de acusações e, agora, guerra de liderança.Central de Cervejas e Unicer, donas das marcas Sagres e Super Bock, reclamam o primeiro lugar do mercado português. Afinal, quem é o líder? E, mais importante, para quê? As campanhas de publicidade que chegaram às televisões nacionais na semana passada são o mais recente reflexo de um duelo que dura há décadas. O mote é exactamente o mesmo: agradecer a preferência dos consumidores em 2008. Do lado da Unicer, trabalhadores de diversas áreas juntam-se para brindar com os portugueses. Do lado da Central de Cervejas, é o próprio presidente executivo, Alberto da Ponte, que oferece "uma rodada a Portugal". A verdade é que as duas cervejas são líderes, dependendo da perspectiva com que se olha para os números do mercado. A Super Bock ganhou no acumulado do ano, registando uma quota de 45,1 por cento, contra 43,6 por cento da rival. E a Sagres ganhou no último bimestre analisado (Outubro e Novembro do ano passado), com uma quota de 45 por cento. Nesse período, a marca da Unicer ficou-se pelos 44,2 por cento. Num comunicado enviado pela Central de Cervejas, a empresa refere que a Sagres "recuperou a liderança cerca de 20 anos depois", graças ao reforço de posição no canal não alimentar (hotéis, restaurantes e cafés, por exemplo) e na grande distribuição. Foi nesse contexto que avançou com a campanha de publicidade protagonizada pelo seu presidente e avaliada em três milhões de euros. António Pires de Lima, presidente executivo da empresa nortenha, detida em 44 por cento pela cervejeira dinamarquesa Carlsberg, nunca negou que estava a perder terreno para a concorrência. Aliás, foi também por isso que avançou com uma reestruturação interna, logo quando entrou na Unicer, em Julho de 2006. No total, a operação de emagrecimento, que culminou com o despedimento de 700 pessoas, custou 45 milhões de euros. "Caso contrário, teríamos dificuldade em manter rentabilidade face a um concorrente tão dinâmico", admite o gestor em entrevista. Para medir forças com uma concorrência cada vez mais feroz, o gestor pôs em xeque os resultados financeiros. Os lucros da Unicer vão ficar-se pelos 20 milhões de euros em 2008, quando, um ano antes, chegavam aos 27,4 milhões de euros. O resultado "foi muito afectado pelos custos de reestruturação", explica. Em termos de negócio global, a empresa cresceu três por cento em valor, facturando agora de 472 milhões de euros. A Central de Cervejas não apresenta resultados oficiais, por política interna do seu accionista - a holandesa Heineken. Os últimos dados conhecidos remetem para o primeiro semestre de 2007, quando anunciou vendas de 229,1 milhões de euros e um crescimento de 72 por cento em termos de "cash flow" operacional. Para Pires de Lima, o mistério em torno da situação financeira da sua concorrente explica os ganhos de quota de mercado. "Os dados que temos da Central de Cervejas apontam para prejuízos em 2007 e 2006 de 40 milhões de euros e, de acordo com informações de casas de investimento, o 'cash flow' que a Heineken atribui a Portugal para 2008 e para 2009 é inferior a 50 milhões de euros. O da Unicer ronda 90 a 100 milhões de euros", afirma. É nestes resultados que sustenta a teoria de que a dona da Sagres anda "a comprar quota de mercado". Visões diferentes No entender do gestor, a empresa liderada por Alberto da Ponte tem feito "investimentos despropositados" em marketing, acções comerciais e redução de preços para angariar pontos de venda no canal não alimentar, o que se reflecte na quota de mercado, uma vez que esses estabelecimentos, ao contrário do que acontece nos hipermercados, passam a vender apenas a marca Sagres. A Central de Cervejas não se mostrou disponível para comentar estas acusações, nem para revelar dados financeiros, uma vez que se encontra impedida de prestar declarações porque a Heineken, enquanto empresa cotada, está prestes a divulgar os resultados de 2008. No relatório e contas apresentado anualmente pela empresa ao Ministério da Justiça, verifica-se que gera prejuízos, pelo menos, desde 2006. Em 2007, o resultado líquido assinalava perdas de 16,6 milhões de euros. No documento, a subsidiária da cervejeira holandesa explica que foram deduzidos 35 milhões de euros aos lucros, relativos a amortizações do valor de trepasse ("goodwill"), relacionadas ainda com a aquisição da empresa aos colombianos da Bavaria pelo consórcio português da VTR, no ano 2000. Se este montante não tivesse sido subtraído, a empresa, segundo o seu relatório e contas, daria lucros de 18,4 milhões de euros. O argumento da Unicer é que a liderança serve de pouco, se não houver sustentabilidade. No entanto, também a empresa de Pires de Lima se envolve nesta guerra de quotas. "É um tema de motivação interna e de escala, mas é preciso saber como é que as posições são conquistadas", refere. No fundo, ser número um não serve para abrir mais portas na rede de distribuição, não ajuda na expansão internacional, nem sequer é suficiente para cair nas boas graças dos accionistas. Como o próprio ex-presidente da Compal descreve, trata-se de um discurso "esquizofrénico" e "egocêntrico". Estratégias semelhantes Com o abrandamento do mercado doméstico, o negócio não se faz crescendo, mas sim roubando espaço à concorrência. Em 2008, de acordo com a consultora AC Nielsen, beberam-se menos sete milhões de litros de cerveja em Portugal. E, deste consumo, cerca de cinco por cento já está nas mãos das marcas próprias da grande distribuição. Unicer e Central de Cervejas, donas de praticamente 90 por cento do mercado, terão, certamente, outras preocupações que não apenas a liderança. No entanto, têm-se dedicado intensamente a esta guerra. Uma das armas mais utilizadas foi a da inovação, numa altura em que o mercado ainda permitia esse luxo. Há dois anos, era de crescimento que se falava e não havia lugar para a palavra crise. Só em 2006, a Unicer e a Central de Cervejas lançaram nove produtos novos. Alguns acabaram por revelar-se uma má aposta, como foi o caso da Sagres Chopp (que só esteve no mercado pouco mais do que um ano) e da Super Bock Twin (cujo nome teve de ser mudado para Sem Álcool). O foco nas cervejas (e também nas águas, com as marcas Vitalis, da Unicer, e Luso, da Central de Cervejas) obrigou a decisões difíceis. As grandes vítimas foram os activos complementares. A empresa de Alberto da Ponte optou por vender o negócio dos sumos, protagonizado pela marca Joi, à Schweppes, e Pires de Lima está a fechar um acordo para gerir, em regime de sociedade, os cafés Bogani e já conseguiu encontrar investidores para explorar os seus projectos turísticos. Nos últimos tempos, esta batalha tem tido contornos de causa-efeito, com estratégias pouco divergentes - da investida em Angola, onde ambas pretendem construir fábricas e produzir marcas locais, até à campanha de publicidade agora lançada. E criou, inclusivamente, um clima de conflito entre as duas empresas, com direito a acusações de parte a parte e a queixas sucessivas contra publicidade e patrocínios indevidos. A Unicer diz-se "diferente" porque é uma empresa "nacional", que não tem a estrutura de uma multinacional por trás que possa dar mais fundo de maneio à operação; porque tem uma estratégia de "portfolio de marcas" de cerveja (Super Bock, Cristal e Carslberg); e porque tem uma política de resultados "transparente". A Central de Cervejas, que já está em mãos estrangeiras desde que, em 2003, a escocesa Scottish & Newcastle entrou no capital, tendo passado para a Heineken no ano passado, está a roubar espaço à rival. Conquista que diz reflectir uma "evolução sustentada", baseada numa forte estratégia de patrocínios e marketing. O próximo ano não vai ser fácil para ambas e a entrada definitiva em Angola, uma saída para a quebra do mercado doméstico, ainda está a alguma distância. O mais natural é que esta guerra esteja para durar. Quem sabe, mais 20 anos.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
RESPEITO PELA OPÇÃO DE SIGILO
O COIDADO, SEM DUVIDA QUE É UMA ORGANIZAÇÃO QUE RESPEITA PROFUNDAMENTE AS OPÇÕES DE CADA UM, DESTA FEITA HÁ UM ILUSTRE PERSONAGEM DE UMA TERRA VIVEIRISTA DOS ARREDORES DA LOUSÃ, QUE NOS SOLICITOU O ANONIMATO, CLARO ESTÁ QUE CORRESPONDENDO AO PEDIDO COM PRONTIDÃO, PUBLICAMOS FOTO DOS PÉS DA PERSONAGEM E PEDIMOS ENCARECIDAMENTE AOS SEUS AMIGOS DAS REDONDESAS QUE DEIXEM DE SOBORNAR COM ALMOÇOS O SR QUE POR QUESTÕES DE SIGILO MAXIMO REFERIMOS POR MEIO DOS SEUS MAIS CONHECIDOS NIKS:
PAPANATA
PRESUNTO
ROSINHA
ARMARIO
"GRITA COM FORÇA"
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Porque é que o Abramovic despediu o Scolari ?
Porque depois da entrada do Quaresma o Abramovic não podia estar com um olho no burro e outro no cigano !
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Parabéns
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
A Melhor consulta da net
Aqui está!!!!!! o conteudo é altamente CISMATICO, consulte este sitio electronico e fique repleto de strss positivo:
http://www.meninasligasagres.com/MargaridaSofia/~
MAs mais CISMATICO ainda e para quem tem problemas de calcio como eu:
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Blue Jeans
Blue jean-she got a camouflaged face and no money
Remember they always let you down when you need em
Oh, blue jean-is heaven any sweeter than blue jean
She got a police bike
She got a turned up nose
Sometimes I feel like
(oh, the whole human race)
Jazzin for blue jean
(oh, and when my blue jeans blue)
Blue jean can send me
(oh, somebody send me)
Somebody send me
(oh, somebody send me)
One day Im gonna write a poem in a letter
One day Im gonna get that faculty together
Remember like everybody has to wait in line
Blue jean-look out world you know Ive got mine
She got latin roots
She got everything
Sometimes I feel like
(oh, the whole human race)
Jazzin for blue jean
(oh, and when my blue jeans blue)
Blue jean can tempt me
(oh, somebody send me)
Somebody sent me
(oh, somebody send me)
Sometimes I feel like
(oh, the whole human race)
Jazzin for blue jean
(oh, and when my blue jeans blue)
Blue jean can tempt me
(oh, somebody send me)
Somebody sent me
(oh, somebody send me)
Somebody somebody
(oh, somebody send me)
Oh, somebody send me
(oh, somebody send me)
Referenciação:
2at2 Club,
Blue Jeans,
David Bowie,
Sexo,
Sexo com Gajas,
Sexo e a Cidade,
Sexo na Estrada,
Sexo na Praia,
Sexo na Tasca,
Sexo nas Dunas,
Sexo no Futebol,
Sexo Virtual,
Sexy,
Swing
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Varela Andrade
sábado, 31 de janeiro de 2009
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Atenção para tudo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
O que hoje é verdade, amanhã é mentira
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
MAUS LENÇOIS

Nives Celzijus mulher do internacional croata Dino Drpic revelou, numa entrevista televisiva, que o casal tinha feito sexo no meio do relvado do estádio do Dínamo de Zagreb.
A profanação do 'templo sagrado' do Dínamo foi o pretexto que faltava aos dirigentes do emblema croata para tentarem ver-se livres de Drpic.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
domingo, 25 de janeiro de 2009
O Filme da semana na Coidado Tv
sábado, 24 de janeiro de 2009
vai ser renovado o parque automovel
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Underwear
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Brioooooooooosa
Referenciação:
Sexo,
Sexo com Gajas,
Sexo e a Cidade,
Sexo na Estrada,
Sexo na Praia,
Sexo na Tasca,
Sexo nas Dunas,
Sexo no Futebol,
Sexo Virtual,
Sexy
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Consumo de cerveja em Portugal diminui entre 2 a 3% em 2008
O consumo de cerveja em Portugal deve ter caído entre 2 e 3 por cento em 2008, disse à Lusa Francisco Gírio, secretário-geral da Associação Portuguesa dos Produtores de Cerveja, que perspectiva um ano de 2009 ainda pior.
«O mercado deve-se ter contraído 2 e 3% em volume, embora em valor possa ter ficado acima de 2007», afirmou o mesmo responsável, citado pela Lusa, adiantando que só em Março deverá haver dados finais.
A melhoria das receitas beneficiou tanto da subida dos preços (a reflectir o agravamento dos custos sentidos sobretudo no primeiro semestre) como do segmento Premium, explicou Francisco Gírio.
Para Francisco Gírio, 2008 foi um ano «em que se notou certas dificuldades nas famílias portuguesas em adquirir bens de consumo e as cervejas ressentiram-se disso».
Quanto às perspectivas para este ano, o responsável da APPC diz não ter «o mínimo de dúvida de que 2009 será pior que 2008».
«Iremos regredir em volume e em valor», com a dimensão da queda a depender da crise económica, notou Francisco Gírio.
«Se perdermos um ou dois por cento, face a 2008, não será mau», prognosticou.
Questionado sobre a possibilidade de ocorrência de despedimentos na indústria cervejeira, face às dificuldades que se perspectivam, Francisco Gírio disse: «Não é previsível, mas... estamos à espera de tudo».
«O mercado deve-se ter contraído 2 e 3% em volume, embora em valor possa ter ficado acima de 2007», afirmou o mesmo responsável, citado pela Lusa, adiantando que só em Março deverá haver dados finais.
A melhoria das receitas beneficiou tanto da subida dos preços (a reflectir o agravamento dos custos sentidos sobretudo no primeiro semestre) como do segmento Premium, explicou Francisco Gírio.
Para Francisco Gírio, 2008 foi um ano «em que se notou certas dificuldades nas famílias portuguesas em adquirir bens de consumo e as cervejas ressentiram-se disso».
Quanto às perspectivas para este ano, o responsável da APPC diz não ter «o mínimo de dúvida de que 2009 será pior que 2008».
«Iremos regredir em volume e em valor», com a dimensão da queda a depender da crise económica, notou Francisco Gírio.
«Se perdermos um ou dois por cento, face a 2008, não será mau», prognosticou.
Questionado sobre a possibilidade de ocorrência de despedimentos na indústria cervejeira, face às dificuldades que se perspectivam, Francisco Gírio disse: «Não é previsível, mas... estamos à espera de tudo».
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Internacionalização do Blog
Ouvi dizer, comenta-se na blogosfera, chegou-me aos ouvidos ainda que em formato sound byte que o Coidado teve há momentos a sua primeira internacionalização.
Diz que OS 3 DUKES são a mais nova aquisição editorial do blog.
Eu não sei quem é, nem sequer ouvi dizer, mas desde já lhe deixo as boas vindas com votos de muita e boa colaboração.
domingo, 18 de janeiro de 2009
Incidente na Maternidade
Um avião aterrou no aeroporto de Lisboa com três mães grávidas em trabalho de parto, (uma Argentina, uma Camaroneza (muito escura) e uma Brazileira ).
Com prontidão os serviços funcionaram e à boa maneira portuguesa, tudo se resolveu indo parar as três mães à Maternidade Alfredo da Costa em simultâneo, numa mesma ambulância, e os três pais num mesmo táxi.
Por um erro da prestigiada instituição hospitalar foram misturadas as três crianças (duas brancas e uma muito escura)
Sem saber como resolver o director clínico assume o problema junto dos pais e propõe:
Sortear quem identifica primeiro o seu filho e cerem os pais a escolher por semelhança e já está sarada a questão.
Calha ao Brasileiro escolher primeiro, de imediato aponta para a criança de cor, o director clínico espantado questiona, tem a certeza de ser esse o seu filho? O brazuca responde, doutor, tenho a certeza que não levo para casa um Argentino.
Com prontidão os serviços funcionaram e à boa maneira portuguesa, tudo se resolveu indo parar as três mães à Maternidade Alfredo da Costa em simultâneo, numa mesma ambulância, e os três pais num mesmo táxi.
Por um erro da prestigiada instituição hospitalar foram misturadas as três crianças (duas brancas e uma muito escura)
Sem saber como resolver o director clínico assume o problema junto dos pais e propõe:
Sortear quem identifica primeiro o seu filho e cerem os pais a escolher por semelhança e já está sarada a questão.
Calha ao Brasileiro escolher primeiro, de imediato aponta para a criança de cor, o director clínico espantado questiona, tem a certeza de ser esse o seu filho? O brazuca responde, doutor, tenho a certeza que não levo para casa um Argentino.
Entrevista
Uma produtora independente de conteúdos para televisão fez chegar, gentil e graciosamente, à Coidado Tv, gesto o qual desde já agradecemos, a entrevista que o Coidado.blogspot.com de seguida, e com a devida vénia, reproduz:
Ela pode ser vista aqui: http://www.youtube.com/watch?v=HZwPwwyOi-s ou na emissão experimental da Coidado Tv.
Ela pode ser vista aqui: http://www.youtube.com/watch?v=HZwPwwyOi-s ou na emissão experimental da Coidado Tv.
FCPorto, 1 - AAC/OAF, 0
sábado, 17 de janeiro de 2009
JFK
John Fitzgerald Kennedy disse uma vez: "O importante não é o que o teu país pode fazer por ti, mas sim o que tu podes fazer pelo teu País".
Pegando nesta frase, e transformando-a, eu gostaria de dizer: "O importante não é o que os clientes podem fazer por ti, mas sim o que tu podes fazer pelos clientes".
Esta frase serve apenas para lembrar que as questões de diplomacia não podem ficar, apenas, entregues aos diplomatas, é uma questão de estado, são da responsabilidade de todo o executivo. Desde o Rei, aquele que empunha a Excalibur, a toda a Távola Redonda, com especial enfoque para a chefe de gabinete, Shô Dona Margaret Thatcher, a famosa Dama de Ferro.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Parabéns
Coidado Tv
O Coidado está preste a entrar numa nova dimensão.
O que até esta data era "apenas" um blog, um ponto de encontro de vários amigos e colegas - alguns que nem sequer se conhecem - vai passar a ser, também, uma televisão.
Dentro de breves instantes iremos por no ar a emissão piloto do Coidado Tv.
A Coidado Tv espera, ansiosamente, pela colaboração de todos quantos nos dão o prazer e a honra de nos visitar.
Bem Haja.
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