
São portas fechadas, paredes por derrubar, São iPads novinhos, só se podem ver ao longe...
domingo, 30 de dezembro de 2007
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
domingo, 23 de dezembro de 2007
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
A Miuda da Noite!!!...

-Pessoal..., Agora... Na Noite, só se bébe Cerveja de Vialonga,... É vendida pela "Miuda da Noite"...

-...Vá lá..., Pedro, compoe-te, estavas a olhar para a "Miuda da Noite", quando apertas-te o casaco!...

-...E Eu, que pensava que era o centro das atenções!!!...

-De facto, a Barbarita é um "Abião", Porem, esta "Miuda da Noite", está a por-me a cabeça á roda...

-Jorgito,... Chamei-te cá, porque, não se fala noutra coisa!..
A Miuda da Noite está a Fazer furor!...

-Sim... já ouvi... nos corredores, não se fala noutra coisa!!!...
domingo, 21 de outubro de 2007
sábado, 20 de outubro de 2007
domingo, 30 de setembro de 2007
sábado, 29 de setembro de 2007
Só podia ser cliente do Bitinha...

Parte de dívida fiscal paga com 3.422 euros em moedas José Lopes viu-se obrigado a recorrer a um carrinho de mão para transportar até à 1.ª Repartição de Finanças, ontem de manhã, 3.422 euros em moedas. O montante, quase todo em moedas de um e dois cêntimos, é apenas parte de uma dívida que ronda os oito mil euros, relativa a impostos em atraso.
Proprietário de uma padaria/pastelaria na Urbanização de S. Bento, em Casais do Campo, o empresário explicou que esta seria uma forma de protestar contra o pagamento da dívida, respeitante a IVA, IRC e IRS de 2004. Isto porque, sublinhou, «se houve erro de contabilidade, não foi da minha parte». «Continuo a pensar que não a deveria pagar», reforçou, enquanto esperava que o funcionário das Finanças procedesse à contagem das moedas. O restante valor foi pago por cheque.
Confrontado com esta situação, o director de Finanças de Coimbra, Jaime Devesa, desvalorizou-a, frisando a legalidade da mesma. «Não tenho conhecimento que alguma vez tenha acontecido em Coimbra, mas foi legal, uma vez que o pagamento foi feito com moeda corrente», esclareceu. Quanto à intenção do contribuinte, Jaime Devesa entendeu-a como «uma forma de boicotar um pouco os serviços».
Fonte: Diário de Coimbra














