terça-feira, 17 de outubro de 2006

quarta-feira, 11 de outubro de 2006

Em Julho de 2003 era assim...
Repare-se na Matricula...
Parece que foi ontem...
mas foi no dia 26-07-2003.
Trocar "VG" por "CC"só muda mesmo, é o cheiro, porque a "melda", continua a ser a mesma!...
Voltem!!! Carrinhos lindos....
vocês, é que eram boms...

quinta-feira, 5 de outubro de 2006


Meus queridos senhores, eu, só quero um bocadinho acima do objectivo...

Eu, não me contento com bocadinhos, quem estiver a ver isto, o que é que vai dizer?...
Só peço 10% acima dos 60%

Nós somos os melhores, e isso tem que ficar bem claro...

Já lhe disse...

...em 7 das outras, vai uma "Pandega"

10% acima do que nos é pedido!..

...Então, mas quem é que manda aqui???!!!

10% e prontosss.

Coidado, prque para quem não atingir, vai haver castigo...

O tamanho é este...

portanto...

...Já sabem...

PÂNDEGA, é o que está a dar...

quarta-feira, 4 de outubro de 2006

Eu amo-a

Argumentação de Engenheiro

Argumentação de um engenheiro francês que foi apanhado a 250 Km/h numa estrada onde o limite era de 70.
Sr. Dr. Juiz,
Confirmo que vi na estrada a marca 70 em números negros inscritos num círculo vermelho, sem qualquer informação de unidades.
Ora como sabe, a Lei de 4 de Julho de 1837 torna obrigatório, em França, o Sistema Métrico, e o Decreto 65-501 de 3 de Maio de 1961, modificado de acordo com as directivas europeias, define, COMO UNIDADE DE BASE LEGAL, as unidades do Sistema Internacional, SI. Poderá confirmar tudo isso no site do Governo.

Ora, no Sistema SI, a unidade de comprimento é o "Metro", e a unidade de tempo é o "Segundo". Torna-se portanto evidente que a unidade de Velocidade é o "Metro por Segundo".
Não me passaria pela cabeça que o Ministério aplicasse uma unidade diferente.

Assim sendo, os 70 Metros por Segundo correspondem exactamente a 252 Km/h.

Ora a Polícia afirma que me cronometrou a 250 Km/h o que eu não contesto.

Circulava portanto 2 Km/h abaixo do limite permitido.

Esperando a aceitação dos meus argumentos, de V. Exa.

domingo, 24 de setembro de 2006

EXEMPLOS DE MUDANÇA

Embora, já descaracterizado, Quem não se lembra dos Velhos UMM (iguais ao do Bitinha Panão)de fabrico Português pela União Metalo Mecânica?
Que equiparam durante algumas décadas, a Guarda Nacional Republicana.
...E tanta SAGRES transpotaram nas "panssas" dos Sargentos.

Pois... Pois... meus "Sinhores"...

Isto, é verdade...
Não é só publicidade...
Reparem na matricula, é bem à nossa móda...
Agora, nós, os póbres mortais, perguntamos:
-Mas p'ra qué queles querem este carro?
-Qual será a verdadeira função desta viatura, nas forças de segurança.
Penso ser lícito fazer estas perguntas, pois o carro, nem "tejadilho" tem para colocar os "pirilampos"
MORAL DA HISTÓRIA

Posto isto e os demais actos, adivinha-se que a troca dos velhos e cansados CLIOS, seja por "carrinhos destes".
Repare-se no pormenor da caixa aberta;
Todas as encomendas serão entregues, ( mais que não seja, pelo comercial)
O espaço para os barris é bastante generoso.
E o motor 3.0 de 6 cilindros, e não sei quantos "cavais", jamais nos deixaria ficar mal vistos...
JÁ AGORA... VALE A PENA PENSAR NISTO...

segunda-feira, 11 de setembro de 2006

Oh... Luisito;
Toma esta embalagem toda de uma só vêz, e vai vêr se os legumes estam Maduros!!!...

sábado, 9 de setembro de 2006

quarta-feira, 6 de setembro de 2006

Estamos perante um projecto, do que será o Margem Esqerda, depois de concluidas as obras...
A ideia não é "suzunol", mas é "URIgiNOl"
...Por ordem crescante, estas são as quatro fases da vida...
Mas há quem faça isto ao contrário...
Vamos dar início a mais um dia de trabalho,
fazendo um;

da situação para ver se estamos em linha...

Tá Lá... Tá Lá... Caiu a Camada...

NEM SABE O BEM QUE LHE FAZIA...TOMAR UMA PASTILHA DESTAS POR DIA...


...Agora em pastilhas, para que nada caia no ostracismo...

terça-feira, 5 de setembro de 2006

sábado, 2 de setembro de 2006

HÁ PESSOUAS QUE MUDAM...



Há cinco anos a esta parte, tinha o aspecto da foto de baixo, dizia ser CATEQUISTA aos fins de semana, não dizia asneiras, tinha um tom de voz brando e meigo, e quando se ria , era sem maldade, nem hipocrisia, até lhe chamavam a Irmã Lucia.
Pois, bem... Mudam-se os tempos, e com eles as vontades, e agora, há uma Lucia renovada.
É de uma comercial que trata...
Animada, pela força de vencer, e com o seu espírito empreendedor, vem todos os dias de Albergaria, na ânsia de fazer mais e melhor...
O seu real objectivo, é levantar o seu nivel de vida, ficando assim com a invejavel vida do PAPUSA...

terça-feira, 29 de agosto de 2006

Repare-se na figura do papanata quando tiver 92 anos...
Curiosamente, a senhora da imagem não é a esposa actual...

segunda-feira, 28 de agosto de 2006

Hoje é o primeiro dia...

Um acordar inquieto de um sonho mal dormido
O relógio que não anda, no caminho para a ermida
O bilhete que se compra, na fila bem comprimido
Coração que bate forte, refeição mal digerida.

Gente vestida de negro, alma de um preto retinto
O tapete verde que olho, um golo sonho acordado
Os artistas aparecem, o fado exprime o que sinto.

O passe mal medido, o golo falhado
Pede-se em coro magia
Golo sofrido, pesadelo acordado

Imploro, olhos postos em Álvaro
Ameaço o nervoso cantando com bravura
O passe que se acerta, o cruzamento bem medido
É GOOOOLO da Briosa, esta é a doce loucura!

Entramos em campo contigo,
A ganhar ou
um dia jogares no céu, avisa
Lá estaremos todos só para te ver!

BRIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOSA !!!



Só poderia ser de três marcas:
Duas de cerveja, e uma de refrigerantes.
BINGO... éra mesmo da marca que mais suspeits levantava...
embora a foto não seja100% nítida,(o paparazi ganha pouco.) de cerveja não se trata!!!...

sábado, 26 de agosto de 2006

Em tempos de dita dura

Adolfo Dias Hitler

Até os comemos

2006.04.15 - Estádio dos Arcos

Mais cervejas novas


Concurso

Quem são eles?
Escreve nos comentários, e numerando-os de 1 a 9 da esquerda para a direita, o teu palpite.
Uma grade de Chopp a quem acertar no maior número de cromos.

Sonho de Menino


Lembro-me de uma bicicleta perdida na eira, na terra que me viu nascer
Lembro-me de um menino que andava a penates, sonhava vir um dia a ser
Sonhava ser ciclista, sonhava ser corredor
Com a força de Deus venceu
Aí, em Casais do Campo, o menino era eu
E hoje a vender
Em cada café, penso que não posso perder a fé
Subalterno que fui e chefe que sou e nada mudou
E hoje a vender não posso esquecer aquela bicla que me fez renascer
Tão bom recordar aquelas vitórias que eu sonhei ter
Tenho a vida que eu quis
Nem sempre feliz mas é a vida que eu escolhi
Feliz no amor, e no fundo corredor
A vida deu-me o que eu pedi
Um sogro baril, com seu mercado me ajuda mesmo podem crer
E ciclista voltaria a ser
E hoje a vender
Em cada café penso que não posso perder a fé
Subalterno que fui e chefe que sou e nada mudou
E hoje a vender não posso esquecer aquela bicla que me fez renascer
Tão bom recordar aquelas vitórias que eu sonhei ter

Ao meu amor

She may be the face I can't forget
The trace of pleasure or regret
Maybe my treasure or the price I have to pay
She may be the song that summer sings
May be the chill that autumn brings
May be a hundred different things
Within the measure of a day
She may be the beauty or the beast
May be the famine or the feast
May turn each day into a Heaven or a Hell
She may be the mirror of my dreams
A smile reflected in a stream
She may not be what she may seem
Inside her shell....

She, who always seems so happy in a crowd
Whose eyes can be so private and so proud
No one's allowed to see them when they cry
She maybe the love that cannot hope to last
May come to me from shadows in the past
That I remember 'till the day I die

She maybe the reason I survive
The why and wherefore I'm alive
The one I care for through the rough and ready years

Me, I'll take the laughter and her tears
And make them all my souvenirs
For where she goes I've got to be T
he meaning of my life is
She....She
Oh, she....

Paris, 26 de Agosto de 1789

DECLARAÇÃO DE DIREITOS DO HOMEM E DO CIDADÃO

Os representantes do povo francês, reunidos em Assembleia Nacional, tendo em vista que a ignorância, o esquecimento ou o desprezo dos direitos do homem são as únicas causas dos males públicos e da corrupção dos Governos, resolveram declarar solenemente os direitos naturais, inalienáveis e sagrados do homem, a fim de que esta declaração, sempre presente em todos os membros do corpo social, lhes lembre permanentemente seus direitos e seus deveres; a fim de que os actos do Poder Legislativo e do Poder Executivo, podendo ser a qualquer momento comparados com a finalidade de toda a instituição política, sejam por isso mais respeitados; a fim de que as reivindicações dos cidadãos, doravante fundadas em princípios simples e incontestáveis, se dirijam sempre à conservação da Constituição e à felicidade geral.
Em razão disto, a Assembleia Nacional reconhece e declara, na presença e sob a égide do Ser Supremo, os seguintes direitos do homem e do cidadão:

Art.1.º Os homens nascem e são livres e iguais em direitos. As distinções sociais só podem fundamentar-se na utilidade comum.

Art. 2.º A finalidade de toda associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são a liberdade, a prosperidade, a segurança e a resistência à opressão.

Art. 3.º O princípio de toda a soberania reside, essencialmente, na nação. Nenhuma operação, nenhum indivíduo pode exercer autoridade que dela não emane expressamente.

Art. 4.º A liberdade consiste em poder fazer tudo que não prejudique o próximo: assim, o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem por limites senão aqueles que asseguram aos outros membros da sociedade o gozo dos mesmos direitos. Estes limites apenas podem ser determinados pela lei.

Art. 5.º A lei não proíbe senão as acções nocivas à sociedade. Tudo que não é vedado pela lei não pode ser obstado e ninguém pode ser constrangido a fazer o que ela não ordene.

Art. 6.º A lei é a expressão da vontade geral. Todos os cidadãos têm o direito de concorrer, pessoalmente ou através de mandatários, para a sua formação. Ela deve ser a mesma para todos, seja para proteger, seja para punir. Todos os cidadãos são iguais a seus olhos e igualmente admissíveis a todas as dignidades, lugares e empregos públicos, segundo a sua capacidade e sem outra distinção que não seja a das suas virtudes e dos seus talentos.

Art. 7.º Ninguém pode ser acusado, preso ou detido senão nos casos determinados pela lei e de acordo com as formas por esta prescritas. Os que solicitam, expedem, executam ou mandam executar ordens arbitrárias devem ser punidos; mas qualquer cidadão convocado ou detido em virtude da lei deve obedecer imediatamente, caso contrário torna-se culpado de resistência.

Art. 8.º A lei apenas deve estabelecer penas estrita e evidentemente necessárias e ninguém pode ser punido senão por força de uma lei estabelecida e promulgada antes do delito e legalmente aplicada.

Art. 9.º Todo acusado é considerado inocente até ser declarado culpado e, se se julgar indispensável prendê-lo, todo o rigor desnecessário à guarda da sua pessoa deverá ser severamente reprimido pela lei.

Art. 10.º Ninguém pode ser molestado por suas opiniões , incluindo opiniões religiosas, desde que sua manifestação não perturbe a ordem pública estabelecida pela lei.

Art. 11.º A livre comunicação das ideias e das opiniões é um dos mais preciosos direitos do homem; todo cidadão pode, portanto, falar, escrever, imprimir livremente, respondendo, todavia, pelos abusos desta liberdade nos termos previstos na lei.

Art. 12.º A garantia dos direitos do homem e do cidadão necessita de uma força pública; esta força é, pois, instituída para fruição por todos, e não para utilidade particular daqueles a quem é confiada.

Art. 13.º Para a manutenção da força pública e para as despesas de administração é indispensável uma contribuição comum que deve ser dividida entre os cidadãos de acordo com suas possibilidades.

Art. 14.º Todos os cidadãos têm direito de verificar, por si ou pelos seus representantes, da necessidade da contribuição pública, de consenti-la livremente, de observar o seu emprego e de lhe fixar a repartição, a colecta, a cobrança e a duração.

Art. 15.º A sociedade tem o direito de pedir contas a todo agente público pela sua administração.

Art. 16.º A sociedade em que não esteja assegurada a garantia dos direitos nem estabelecida a separação dos poderes não tem Constituição.

Art. 17.º Como a propriedade é um direito inviolável e sagrado, ninguém dela pode ser privado, a não ser quando a necessidade pública legalmente comprovada o exigir e sob condição de justa e prévia indemnização.

Nova cerveja

O coidado.blogspot.com em mais uma missão secreta, descobriu a nova cerveja a ser lançado no mercado, ainda este ano.
Depois de cervejas com sabor a limão, groselha, brasileiras, ruivas, chega esta com um sabor muito particular e completamente inovador, ligeiramente ácida e com um ingrediente especial que os enólogos caracterizam como tendo um tempo longo de latência ao paladar.
Deve ser ingerida acompanhada de carne tipo rodízio (com buraco no meio), nunca com peixe, à excepcção do bacalhau, que é razoavelmente aceitável e também com pão (tipo "bico").

Quem quer peixe...