O condutor do ano recebendo o prémio das mãos do administrador de uma seguradora.
São portas fechadas, paredes por derrubar, São iPads novinhos, só se podem ver ao longe...
quinta-feira, 24 de julho de 2008
quarta-feira, 23 de julho de 2008
terça-feira, 22 de julho de 2008
domingo, 20 de julho de 2008
NEM TUDO O QUE RELUZ É OURO



Pois, nos corredores, não se fala de outra coisa, nomeadamente, entre as mulheres, mas, sinto um certo "ar de gôso" no que se diz, ou então o assunto, não está a ser visto com a seriedade que merece.
Quem não conhece algumas desta conceitoadas fotos???
Quem não nos diz que o rapaz até participou numa destas fotos, e o facto de O verem em trajes menores,(ou sem eles) seria a preparação para o evento???!!!
Portanto, vamos lá parar com os juisos de valor em fundamentos vãos e "falatórios" inúteis!!!...
Até porque o rapaz sempre se afirmou com grande verticalidade.
...Por vezes "queima-se" a reputação de uma pessoa sem razões para tal...
...Por vezes "queima-se" a reputação de uma pessoa sem razões para tal...
sábado, 19 de julho de 2008
Espreitas
No meu posto avançado de vigilância electrónica da serra da Lousã descobri de onde nos andam a espreitar:
Mas comigo acabou-se a mama toda, que o pai é que sabe!
Prova Naturista
Realizou-se no pretérito fim de semana a, já, habitual prova velocipédica naturista entre o Roxo e Antanhol, com meta volante no i-Parque e contagem de montanha de 3ª categoria no aeródromo de Cernache.Como podem ver pela fotografia foi um convívio bastante participado, que é o mais importante para todos aqueles que tal como eu o que lhe dá mais prazer é tirar a roupa em público com o pretexto do desporto.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Dizer bem e depressa
Numa atitude de Responsabilidade Social demonstrou que o principal activo de uma Empresa são os seus trabalhadores.
Um gesto que só o engrandece, a si e às suas empresas.
Os trabalhadores irão, certamente, trabalhar mais felizes, com menos preocupações e a sua produtividade será, seguramente, muito superior tornando um (suposto) gasto de meio milhão de euros num investimento de alta rentabilidade.
Um grande Bem Haja e uma enorme esperança que mais sigam o exemplo.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Beli Jones e os Salteadores da Arca Perdida
Em 2008, o arqueólogo Beli Jones é contratado para encontrar a Arca da Barraca, que segundo consta desapareceu num freguês. Mas como a lenda diz que o exército que a possuir será invencível, Beli Jones terá um adversário de peso na busca pela arca perdida: o próprio Bin Laden. A fórmula de “Raiders of the Lost Ark” reside numa acção trepidante com pausas estratégicas. Há um enorme misticismo na procura dos tesouros que tanto são sagrados como valiosos, tanto têm um valor espiritual e religioso como representam fortunas fabulosas – tanto parecem pertencer a um outro mundo como ao nosso. Como se constata num balanço generalizado da história, a moral vem provar que a ambição desmedida é destruidora. A narrativa decorre em vários pontos geográficos da região de Coimbra, numa época em que Bin Laden e os seus seguidores constituíam uma terrível ameaça para a Humanidade.
Há aqui a clássica parceria do herói e dos seus companheiros - o incansável Peter Oldie, o sempre bem-disposto George Estropício e o seu braço direito Vidal Fitas - mediante uma trama onde são perseguidos por fregueses, mordomos de festa, stands, copos 0,20 e maldições de meter medo. Parece haver neste tipo de intrigas com um teor místico (sobrenatural) e simultaneamente político.
A sequência inicial de “Os Salteadores da Arca Perdida” tem cerca de meia dúzia de minutos e funciona como uma antecipação do que virá depois. Digamos que define com que linhas se cozem as intrigas daquele universo trepidante. Para inferirmos facilmente que tipo de emoções poderemos esperar posteriormente e também de que heroicidade (às vezes batoteira) vive o Dr. Beli Jones.
Depois, encontramos um pacato Dr. Jones no remanso do seu gabinete numa pacata rotina. Até tudo se precipitar de novo numa acção vertiginosa e frenética. Então os acontecimentos precipitam-se em catadupa e numa movimentação que se poderia tornar cansativa.
Um filme ligeiro mas sabiamente dirigido como “Salteadores da Arca Perdida” merece o seu local de destaque na História do Cinema. Trata-se de um produto industrial brilhantemente executado por artificies de grande talento. De resto, o filme nada tem a oferecer senão um entretenimento simpático, um divertimento que se vê (e revê) com agrado porque nada tem a ver com a nossa realidade e é exactamente isso que às vezes buscamos numa sala de cinema – uma diversão ou uma fuga aos dramas do nosso mundo.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
sexta-feira, 11 de julho de 2008
MUDAM-SE OS TEMPOS, E COM ELES AS VONTADES
Inicialmente, era a moda do cão que abanava a cabeça nas curvas, Depois, a do CD pendurado no retrovisor...
Para dar lugar à moda do colete nas costas do banco do pendura, que por sua vez deu lugar à moda das grades na parte superior da viatura, sabe-se lá para transportar o quê???!!!...
...E não é só um... Já hoje vi dois...



Outros há que usam a concorrência como "amoleto"...
...Pois comem de tudo... Não fazem dietas sacrificantes, e segundo as DIVAS, têm um corpo DANONE!!!...
Viajar num carro com suporte para a Bicicleta, e depois exibir uma barriga como a minha, no minimo, é...
...Ponham os olhos no Luisito Flores, um rapaz "Discreto", que tem uma bicicleta de cinco mil euros, com aros XPTO ...E nem por isso exibe o suporte no carro em que !!!...
Será caso para dizer:
Mudam-se os tempos ... Mas, será que se mudam as vontades?!..
Para dar lugar à moda do colete nas costas do banco do pendura, que por sua vez deu lugar à moda das grades na parte superior da viatura, sabe-se lá para transportar o quê???!!!...
...E não é só um... Já hoje vi dois...
Outros há que usam a concorrência como "amoleto"...
...Pois comem de tudo... Não fazem dietas sacrificantes, e segundo as DIVAS, têm um corpo DANONE!!!...
Viajar num carro com suporte para a Bicicleta, e depois exibir uma barriga como a minha, no minimo, é...
...Ponham os olhos no Luisito Flores, um rapaz "Discreto", que tem uma bicicleta de cinco mil euros, com aros XPTO ...E nem por isso exibe o suporte no carro em que !!!...
Será caso para dizer:
Mudam-se os tempos ... Mas, será que se mudam as vontades?!..
domingo, 6 de julho de 2008
O BITINHA "FECUNDOU" ISTO TUDO.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Praga dos Pinheiros afecta todo o país
domingo, 29 de junho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Mi liga, vai
Isto anda muito caro e o subsídio de telemóvel é só de 10 paus. Por isso mi liga, vai, sinto a sua falta.
E eu não posso andar todas as semanas aí. E ligar fica caro, vai mi liga.
Deixa ouvir sua voz, me faz seus pedidos sussurrantes, vai mi liga meu bem.
Não posso mais ligar para você, estou sem orçamento, vai, mi liga, me diz como está, me diz que necessita, vai, mi liga, por favor.
Não esquece de mim.
Beijinhos.
domingo, 15 de junho de 2008
Basilius, o mendigo solidário
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Sagres estuda processo contra Super Bock
A Sagres está a estudar a abertura de um processo judicial contra a Unicer, por esta ter lançado uma campanha publicitária em que faz “uma colagem” da Super Bock à selecção nacional.
Alberto da Ponte, administrador delegado da Sociedade Central de Cervejas, disse ao Diário Económico que ficou “chocado” quando viu a última campanha da Super Bock e que esta poder ser “muito prejudicial à Sagres [o mais antigo patrocinador da selecção nacional] e à indústria dos patrocínios”.
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Falta cerveja para comemorar vitória de Portugal
O bloqueio dos camionistas, que já dura desde a meia-noite de domingo, está a provocar ruptura de fornecimento de bebidas, nas quais a cerveja, nos hipermercados, supermercados, bares e restaurantes, correndo-se o risco de quem quiser comemorar as futuras vitórias da Selecção portuguesa no Euro-2008 o tenha que fazer com o copo vazio.
Francisco Gírio, secretário-geral da Associação Portuguesa de Produtores de Cerveja (APCV) afirmou ao SOL que as principais marcas de cerveja «já estão a ter dificuldades em satisfazer as necessidades do canal alimentar» e que se a situação de bloqueio se prolongar por mais dois dias atingirá os restaurantes, bares e cafés.
Para aquele responsável, alguns supermercados e hipermercados já estão a ter ruptura de stocks nas várias bebidas, uma vez que a maior parte da distribuição é assegurada pelos líderes de mercado Unicer e Central de Cervejas, que também distribuem outros produtos.
Francisco Gírio, secretário-geral da Associação Portuguesa de Produtores de Cerveja (APCV) afirmou ao SOL que as principais marcas de cerveja «já estão a ter dificuldades em satisfazer as necessidades do canal alimentar» e que se a situação de bloqueio se prolongar por mais dois dias atingirá os restaurantes, bares e cafés.
Para aquele responsável, alguns supermercados e hipermercados já estão a ter ruptura de stocks nas várias bebidas, uma vez que a maior parte da distribuição é assegurada pelos líderes de mercado Unicer e Central de Cervejas, que também distribuem outros produtos.
A falta de cerveja Super Bock e Sagres é já uma realidade em muitas das grandes superfícies. Contactada a Unicer, fonte oficial disse não ter problemas de distribuição de momento, mas que se o bloqueio se prolongar por mais dias, começará a haver uma ruptura na produção.
Francisco Gírio mostrou-se «profundamente preocupado», revelando que se a situação se mantiver, começará a haver problemas nas fábricas ao nível do «fornecimento de embalagens» (garrafas, plásticos e cartão) e de matérias-primas. A APCV está, neste momento, a fazer um levantamento da situação e deverá fazer um comunicado ao final do dia.
In: Sol
domingo, 8 de junho de 2008
quarta-feira, 4 de junho de 2008
sexta-feira, 30 de maio de 2008
20 valores
quarta-feira, 28 de maio de 2008
terça-feira, 20 de maio de 2008
quinta-feira, 24 de abril de 2008
segunda-feira, 21 de abril de 2008
domingo, 20 de abril de 2008
domingo, 13 de abril de 2008
MAIS UM CASO DE "ÊXODO RURAL"
Torna-se publico, que a partir de hoje, o Flower's abandona o Roxo a todo o Power's, pois, este é um dia histórico, na arte de @Bar tudo o que for possível ao Ti Rogério.Primeiro, foi a filha, depois o terreno, onde já construiu este Chalé...que vai ser a sua residência oficial a partir de hoje.
O Roxo, é mais uma pagina da vida, que fica para traz, dando lugar a Antanhol.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Comunicado
Meus Senhores,
Ouvi dizer que vocês comentam que eu a e a Cruzette mais recente temos um caso.
Se temos ou não o problema é meu e dela.
Não quero ouvir mais comentários sobre o assunto.
Assunto encerrado e acabou a reunião.
Ouvi dizer que vocês comentam que eu a e a Cruzette mais recente temos um caso.
Se temos ou não o problema é meu e dela.
Não quero ouvir mais comentários sobre o assunto.
Assunto encerrado e acabou a reunião.
sexta-feira, 28 de março de 2008
sexta-feira, 21 de março de 2008
Rouba-a-rir
Na senda das grandes Marcas mundiais, também, o nosso querido Rouba-a-rir resolveu investir uns trocos na modernização da sua imagem presente nas máquinas de vending que tem espalhadas por esse país - ou mesmo península - fora.
O Coidado deixa aqui, em primeira mão, a surpresa com que iremos ser brindados na próxima segunda feira.
Boa Páscoa.
terça-feira, 18 de março de 2008
terça-feira, 11 de março de 2008
... Ele há certas CUincidencias!!!...
Alguns de vocês já o conhecem e outros não por isso.....não consigo parar de rir e como tal....aqui vai uma História de Merda.
"Quem já teve uma dor de barriga, sabe como é... esta é uma simples história que poderia ter acontecido contigo...Aeroporto de Lisboa, 15h30mTenho um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma cagadela não aliviasse. Mas, atrasado para apanhar o autocarro que me levaria para o aeroporto, do outro lado da cidade,de onde partiria o voo para Estocolmo, resolvi segurar as pontas "Afinal de contas, são só uns 15 minutos de viagem. Ao chegar lá, tenho tempo de sobra para dar uma cagadela tranquilo".O avião só sairia as 16h30m. Entrei no autocarro, sem sanitários, senti a primeira contracção e tomei consciência de que a minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no wc do aeroporto. Virei-me para o meu amigo que me acompanhava e, subtilmente, disse-lhe:"Fogo, mal posso esperar para chegar ao aeroporto porque preciso largar a farinheira."Nesse momento, senti o cagalhão a beliscar as minhas cuecas, mas pus a força de vontade a trabalhar e segurei a onda.O autocarro nem tinha começado a andar quando para meu desespero, uma voz disse pelo altifalante:"Senhoras e senhores, devido ao muito trânsito, a nossa viagem até ao aeroporto levará cerca de 1 hora".Aí o cagalhão ficou maluco e tentou sair a qualquer custo! Fiz um esforço hercúleo para segurar o comboio de merda. Suava em bicas. O meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para gozar comigo.O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais indicando que, pelo menos por enquanto, as coisas tinham-se acomodado por ali. Tentava-me distrair vendo a paisagem mas só conseguia pensar numa casa de banho com uma sanita, tão branca e tão limpa que daria para almoçar nela! E o papel higiénico então: era branco e macio e com textura e perfume e...oops!Senti um volume almofadado entre o meu traseiro e o assento do autocarro e percebi consternado que havia cagado. Um cocó sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar para os amigos e parentes e convidá-los a apreciar, na sanita, tão perfeita obra! Daria até para a expor no CCB! Mas, sem dúvida, não neste caso. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei-lhe de modo muito sério:"Olha, caguei- me."Quando o meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a ficar no centro da cidade, onde o autocarro faria escala a meio da viagem, e que me limpasse em algum lugar. Mas resolvi que ia seguir viagem, pois agora estava tudo sob controlo. "Que se lixe, limpo-me no aeroporto," - pensei - "pior do que estou não fico".Mal o autocarro entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar, e sem muita cerimónia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e lambuzando o cu, cuecas, barra da camisa, pernas, calças, meias e pés.Logo a seguir, mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fofo do freguês ao sair rumo à liberdade. E, no instante seguinte, um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar...afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado?? Já o peido seguinte foi do tipo que pesa e eu caguei-me pela quarta vez.Lembrei-me de um amigo que, certa vez, estava com tanta caganeira que resolveu pôr um penso higiénico nas cuecas, mas colocou-o com as linhas adesivas viradas para cima e, quando quis tirá-lo, levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia ajudar-me a limpar a sujeira. Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse a minha mala na bagageira do autocarro e a levasse aos sanitários do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri para a casa de banho e entrando de porta em porta, constatei a falta de papel higiénico em todas as cinco portas. Olhei para cima e blasfemei:"Agora chega, Pá!!"Entrei na última porta, mesmo sem papel, e tirei a roupa toda para analisar a minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) e esperar pela mala da salvação, com roupas limpinhas e cheirosas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia. Entretanto, o meu amigo entrou na casa de banho cheio de pressa... já tinha feito o "check- in" e disse-me que tinha que ir depressa avisar o voo para esperarem por nós. Mandou por cima da porta o cartão de embarque e a minha maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha-se enganado na mala que eu aguardava e já tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pullover de lã com gola em bico.A temperatura em Lisboa nesta altura era de aproximadamente 37 graus.Desesperado, comecei a analisar quais das minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis.As minhas cuecas, mandei- as para o lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis, assim como as minhas meias, que mudaram de cor tingidas pela merda. Aos meus sapatos dava-lhes nota 3, numa escala de 1 a 10.Teria que improvisar. A invenção é filha da necessidade, então transformei uma simples casa de banho pública numa magnífica máquina de lavar. Virei as calças do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar ao autoclismo até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direcção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, calças vestidas do avesso e molhadas da cintura até ao joelho (não exactamente limpas) e o pullover de gola em bico sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde. Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam à espera do "rapaz que estava na casa de banho" e atravessei todo o corredor até ao meu assento ao lado do meu amigo que sorria.A hospedeira aproximou-se e perguntou-me se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir uma gilette para cortar os pulsos ou 130 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante, mas decidi não as pedir... e respondi-lhe com uma esforçada cara angélica:"Nada, obrigado... eu só queria mesmo era esquecer este dia de MERDA!"
"Quem já teve uma dor de barriga, sabe como é... esta é uma simples história que poderia ter acontecido contigo...Aeroporto de Lisboa, 15h30mTenho um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma cagadela não aliviasse. Mas, atrasado para apanhar o autocarro que me levaria para o aeroporto, do outro lado da cidade,de onde partiria o voo para Estocolmo, resolvi segurar as pontas "Afinal de contas, são só uns 15 minutos de viagem. Ao chegar lá, tenho tempo de sobra para dar uma cagadela tranquilo".O avião só sairia as 16h30m. Entrei no autocarro, sem sanitários, senti a primeira contracção e tomei consciência de que a minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no wc do aeroporto. Virei-me para o meu amigo que me acompanhava e, subtilmente, disse-lhe:"Fogo, mal posso esperar para chegar ao aeroporto porque preciso largar a farinheira."Nesse momento, senti o cagalhão a beliscar as minhas cuecas, mas pus a força de vontade a trabalhar e segurei a onda.O autocarro nem tinha começado a andar quando para meu desespero, uma voz disse pelo altifalante:"Senhoras e senhores, devido ao muito trânsito, a nossa viagem até ao aeroporto levará cerca de 1 hora".Aí o cagalhão ficou maluco e tentou sair a qualquer custo! Fiz um esforço hercúleo para segurar o comboio de merda. Suava em bicas. O meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para gozar comigo.O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais indicando que, pelo menos por enquanto, as coisas tinham-se acomodado por ali. Tentava-me distrair vendo a paisagem mas só conseguia pensar numa casa de banho com uma sanita, tão branca e tão limpa que daria para almoçar nela! E o papel higiénico então: era branco e macio e com textura e perfume e...oops!Senti um volume almofadado entre o meu traseiro e o assento do autocarro e percebi consternado que havia cagado. Um cocó sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar para os amigos e parentes e convidá-los a apreciar, na sanita, tão perfeita obra! Daria até para a expor no CCB! Mas, sem dúvida, não neste caso. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei-lhe de modo muito sério:"Olha, caguei- me."Quando o meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a ficar no centro da cidade, onde o autocarro faria escala a meio da viagem, e que me limpasse em algum lugar. Mas resolvi que ia seguir viagem, pois agora estava tudo sob controlo. "Que se lixe, limpo-me no aeroporto," - pensei - "pior do que estou não fico".Mal o autocarro entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar, e sem muita cerimónia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e lambuzando o cu, cuecas, barra da camisa, pernas, calças, meias e pés.Logo a seguir, mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fofo do freguês ao sair rumo à liberdade. E, no instante seguinte, um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar...afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado?? Já o peido seguinte foi do tipo que pesa e eu caguei-me pela quarta vez.Lembrei-me de um amigo que, certa vez, estava com tanta caganeira que resolveu pôr um penso higiénico nas cuecas, mas colocou-o com as linhas adesivas viradas para cima e, quando quis tirá-lo, levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia ajudar-me a limpar a sujeira. Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse a minha mala na bagageira do autocarro e a levasse aos sanitários do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri para a casa de banho e entrando de porta em porta, constatei a falta de papel higiénico em todas as cinco portas. Olhei para cima e blasfemei:"Agora chega, Pá!!"Entrei na última porta, mesmo sem papel, e tirei a roupa toda para analisar a minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) e esperar pela mala da salvação, com roupas limpinhas e cheirosas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia. Entretanto, o meu amigo entrou na casa de banho cheio de pressa... já tinha feito o "check- in" e disse-me que tinha que ir depressa avisar o voo para esperarem por nós. Mandou por cima da porta o cartão de embarque e a minha maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha-se enganado na mala que eu aguardava e já tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pullover de lã com gola em bico.A temperatura em Lisboa nesta altura era de aproximadamente 37 graus.Desesperado, comecei a analisar quais das minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis.As minhas cuecas, mandei- as para o lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis, assim como as minhas meias, que mudaram de cor tingidas pela merda. Aos meus sapatos dava-lhes nota 3, numa escala de 1 a 10.Teria que improvisar. A invenção é filha da necessidade, então transformei uma simples casa de banho pública numa magnífica máquina de lavar. Virei as calças do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar ao autoclismo até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direcção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, calças vestidas do avesso e molhadas da cintura até ao joelho (não exactamente limpas) e o pullover de gola em bico sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde. Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam à espera do "rapaz que estava na casa de banho" e atravessei todo o corredor até ao meu assento ao lado do meu amigo que sorria.A hospedeira aproximou-se e perguntou-me se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir uma gilette para cortar os pulsos ou 130 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante, mas decidi não as pedir... e respondi-lhe com uma esforçada cara angélica:"Nada, obrigado... eu só queria mesmo era esquecer este dia de MERDA!"
segunda-feira, 10 de março de 2008
Mumento coltural
1) Galileu (1564-1642) foi condenado à morte porque foi o primeiro a fazer a terra andar à volta.
2) François Mitterrand sucedeu a François I.
3) Um braço de mar é um pedaço de mar em forma de braço.
4) O exemplo do Titanic serve para demonstrar a agressividade dos icebergs.
5) Os 4 pontos cardinais são a direita, a esquerda, em baixo e em cima.
6) A França tem 60 milhões de habitantes, entre os quais muitos animais.
7) A 2ª guerra mundial foi um período de paz e de prosperidade para a Alemanha.
8) A 11 de Novembro, armistício da 1ª guerra, o presidente condecora os pais do soldado desconhecido.
9) Na guerra de 14 a 18, os soldados morriam várias vezes, primeiro por causa das bombas, e depois porque lhes davam lama para comer.
10) Os rios correm sempre no sentido da água.
11) Um quadrado é um rectângulo que tem um ângulo direito em todos os lados.
12) Um quadrado é um rectângulo um pouco mais curto.
13) O zero é o único número que permite contar até 1.
14) Um septuagenário é um losango de 7 lados.
15) Todos os números pares podem dividir-se por zero.
16) Uma linha recta torna-se curva quando vira.
17) Um compasso utiliza-se para medir os ângulos do círculo.
18) Uma raiz quadrada é uma raiz com 4 ângulos iguais.
19) Os chineses utilizam as suas bolas para fazer contas.
20) Para fazer uma divisão, é preciso multiplicar uma subtracção.
21) O álcool permite tornar a água potável.
22) Uma tonelada pesa pelo menos 100 kg se ela for pesada.
23) O desembarque na Normandia teve lugar nas praias de Inglaterra.
24) A primeira guerra mundial fez uma dezena de mortos mas só do lado alemão.
25) As bombas atómicas são inofensivas quando servem para fabricar electricidade.
26) Se não se estragassem, as máquinas não seriam humanas.
27) Um relógio divide-se em 12 fusos horários de igual intensidade.
28) Arquimedes foi o primeiro a provar que uma banheira podia flutuar.
29) A datação com o carbono 14 permite saber se alguém morreu na guerra.
30) No cinema mudo, os actores falavam com palavras que escreviam por baixo dos filmes.
31) O cinema era uma energia ainda desconhecida no século XIX.
32) Um litro de água a 20ºC + Um litro de água a 20ºC = 2 litros de água a 40ºC.
33) Os agricultores, nem sempre foram pessoas coléricas que queimavam pneus e batatas.
34) Uma língua morta é uma língua que só é falada pelos mortos.
35) Victor Hugo escrevia livros para os pobres miseráveis.
36) Em todos os quadros pintados vê-se bem que Napoleão escondia a sua grande barriga com a mão.
37) A gramática não serve para nada porque é muito difícil de perceber.
38) Napoleão é o sobrinho do seu avô.
39) Antes da guilhotina, os condenados à morte eram executados na cadeira eléctrica.
40) A guerra dos 100 anos durou de 1914 a 1918.
41) Uma biblioteca é como um cemitério para os livros velhos.
42) Nero servia-se dos cristãos para fazer lâmpadas, metendo-lhes fogo.
43) A leitura permite ao homem tornar-se míope.
44) Os latinos falavam o grego antigo.
45) A leitura é feita para aqueles que não gostam de escrever
domingo, 9 de março de 2008
sexta-feira, 7 de março de 2008
quinta-feira, 6 de março de 2008
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