De dia para dia cresce o interesse da juventude alemã pela aviação sem motor...
São portas fechadas, paredes por derrubar, São iPads novinhos, só se podem ver ao longe...
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Na tasca com...
Um sujeito entra numa tasca, e vê por cima do balcão o seguinte cartaz:
Bagaço_______________ 0,40 EUR
Pão com queijo_________ 0,80 EUR
Sanduíche de galinha_____1,80 EUR
Acariciar o órgão sexual _ 10,00 EUR
Verificou a carteira para não passar vergonha, e foi até ao balcão e chamou uma das três garotas, que estavam a servir bebidas nas mesas:
-Por favor.
-Sim? Em que posso ajudar? Responde ela com um sorriso lindo.
-É você que acaricia o órgão aos clientes ?
-Sou... Responde ela com uma voz bem sensual.
Então, lave bem as mãos, que eu quero um Pão com queijo!
Bagaço_______________ 0,40 EUR
Pão com queijo_________ 0,80 EUR
Sanduíche de galinha_____1,80 EUR
Acariciar o órgão sexual _ 10,00 EUR
Verificou a carteira para não passar vergonha, e foi até ao balcão e chamou uma das três garotas, que estavam a servir bebidas nas mesas:
-Por favor.
-Sim? Em que posso ajudar? Responde ela com um sorriso lindo.
-É você que acaricia o órgão aos clientes ?
-Sou... Responde ela com uma voz bem sensual.
Então, lave bem as mãos, que eu quero um Pão com queijo!
Referenciação:
Sexo,
Sexo com Gajas,
Sexo e a Cidade,
Sexo na Estrada,
Sexo na Praia,
Sexo na Tasca,
Sexo nas Dunas,
Sexo no Futebol,
Sexo Virtual,
Tasca
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Mapa Cor de Rosa
Ouvi dizer, comenta-se nos corredores, chegou-me aos ouvidos que o Girafo prepara uma ofensiva em larga escala no Continente de Gungunhana.
Qual Mouzinho de Albuquerque, o nosso palestrante prepara-se para inundar, de costa a costa, o território africano, do precioso líquido da portugalidade.
Se os súbditos de Sua Majestade assim o deixarem...
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Dizer bem e depressa
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Bitinha Hermano Saraiva
ATENÇÂO ! Chegou o ZÈ DAS ACTAS!
domingo, 11 de janeiro de 2009
Mestre Oliveira

Ouvi dizer, comenta-se nos bastidores, chegou-me aos ouvidos ainda que ao de leve que Mestre Oliveira, do alto dos seus 100 anos, se prepara para fazer um remake do seu filme dos anos 90, A CARTA.
Ao que me afiançaram, o cineasta portuense terá mesmo pedido a Agustina Bessa-Luís que reformule o guião tendo, desta vez, por base uma carta anónima.
Segundo me disseram, Pedro Abrunhosa já terá dado o sim, para uma vez mais dar corpo ao protagonista da fita.
Franz Jagerstatter, beato que teve de escolher entre Cristo e Hitler
A biografia do mártir foi apresentada em Roma na semana passada
Por Carmen Elena Villa
ROMA, segunda-feira, 15 de dezembro de 2008 (ZENIT.org).- Um homem «valente», que agiu «de acordo com sua consciência»: foi assim que o cardeal Christoph Schonborn, arcebispo de Viena, qualificou o beato Franz Jagerstatter, que morreu assassinado pelo regime nazista durante a 2ª Guerra Mundial.
«Nosso tempo precisa destes testemunhos», assegurou o purpurado, ao explicar o motivo da homenagem que se tributou a ele em Roma.
A biografia do beato mártir, publicada na Itália com o título «Cristo ou Hitler?», foi apresentada no dia 10 de dezembro passado na basílica de São Bartolomeu apóstolo.
Além do purpurado austríaco, intervieram na apresentação Marco Impagliazzo, presidente da comunidade de Sant'Egidio, Jean-Dominique Durand, docente de história contemporânea da universidade Jean Moulin, da França e o jornalista Aldo Maria Valli.
Também estiveram presentes o autor do livro, Cesare Zucconi, e a esposa do beato, Franziska Jagerstatter, assim como suas três filhas: Rosalia, Maria e Luisa.
«Franz Jagerstatter era um homem sincero consigo mesmo e com os demais, um homem que buscava a força na fé e, deste modo, ainda na fraqueza, teve uma grande força diante do mal absoluto», disse Cesare Zucconi à Zenit.
A coragem de dar a vida
Franz Jagerstatter, beatificado em 26 de outubro de 2007, nasceu em 20 de maio de 1907, na aldeia de St. Radegung (Áustria). Homem de fé e sacramentos, em 1936 casou-se com Franziska.
Em 1943, em plena guerra mundial, foi obrigado a fazer parte do regime hitleriano, mas ele estava seguro de que não podia servir uma guerra injusta. Seis anos atrás, o beato havia lido a encíclica «Mit Brenneder Sorge» (Com ardente preocupação), do Papa Pio XI, que condenava o nazismo.
«Não era um revolucionário, mas encontrou no Evangelho a força para dizer ‘não posso’», afirmou o professor Jean-Dominique Durand durante a apresentação do livro.
O catedrático assegurou que o beato mostra um exemplo de fé verdadeira, diferente da de «tantos ‘cristianistas’, ou seja, os cristãos que vivem sem Cristo».
Estando na prisão, escrevia cartas à sua esposa Franziska, que decidiu doar algumas destas à basílica de São Bartolomeu para que estejam à disposição dos peregrinos que visitam este templo, onde também repousam outras relíquias de diversos mártires do século XX.
«Agradeço ao nosso Salvador porque pude sofrer por ele. Confio em sua infinita misericórdia. Espero que tenha me perdoado tudo e que não me abandone em minha última hora... Cumpri os mandamentos e, com a graça de Deus, logo voltaremos a nos ver no céu», diz em uma de suas cartas.
O beato Jagerstatter era um homem simples. Leigo, pai de família. «Era um personagem fortemente moderno, porque no fundo se interroga sobre perguntas que têm a ver conosco hoje. Por exemplo, a questão da coincidência, a liberdade do cristão e a relação com a escritura e com seu tempo», assegurou o autor.
Franz foi processado por insubmissão, por um tribunal militar reunido em Berlim, que em 6 de julho de 1943 o condenou à morte. Permaneceu detido desde março até maio de 1943, na prisão militar de Linz.
Um mártir que tem muito a dizer aos cristãos do século XXI: «Nós, cristãos, podemos viver esta fé simples que Franz vivia: lendo a Escritura, amando os demais, orando. É o que Franz viveu até as últimas conseqüências, e também nós podemos viver isso hoje», sintetizou o autor.
Por Carmen Elena Villa
ROMA, segunda-feira, 15 de dezembro de 2008 (ZENIT.org).- Um homem «valente», que agiu «de acordo com sua consciência»: foi assim que o cardeal Christoph Schonborn, arcebispo de Viena, qualificou o beato Franz Jagerstatter, que morreu assassinado pelo regime nazista durante a 2ª Guerra Mundial.
«Nosso tempo precisa destes testemunhos», assegurou o purpurado, ao explicar o motivo da homenagem que se tributou a ele em Roma.
A biografia do beato mártir, publicada na Itália com o título «Cristo ou Hitler?», foi apresentada no dia 10 de dezembro passado na basílica de São Bartolomeu apóstolo.
Além do purpurado austríaco, intervieram na apresentação Marco Impagliazzo, presidente da comunidade de Sant'Egidio, Jean-Dominique Durand, docente de história contemporânea da universidade Jean Moulin, da França e o jornalista Aldo Maria Valli.
Também estiveram presentes o autor do livro, Cesare Zucconi, e a esposa do beato, Franziska Jagerstatter, assim como suas três filhas: Rosalia, Maria e Luisa.
«Franz Jagerstatter era um homem sincero consigo mesmo e com os demais, um homem que buscava a força na fé e, deste modo, ainda na fraqueza, teve uma grande força diante do mal absoluto», disse Cesare Zucconi à Zenit.
A coragem de dar a vida
Franz Jagerstatter, beatificado em 26 de outubro de 2007, nasceu em 20 de maio de 1907, na aldeia de St. Radegung (Áustria). Homem de fé e sacramentos, em 1936 casou-se com Franziska.
Em 1943, em plena guerra mundial, foi obrigado a fazer parte do regime hitleriano, mas ele estava seguro de que não podia servir uma guerra injusta. Seis anos atrás, o beato havia lido a encíclica «Mit Brenneder Sorge» (Com ardente preocupação), do Papa Pio XI, que condenava o nazismo.
«Não era um revolucionário, mas encontrou no Evangelho a força para dizer ‘não posso’», afirmou o professor Jean-Dominique Durand durante a apresentação do livro.
O catedrático assegurou que o beato mostra um exemplo de fé verdadeira, diferente da de «tantos ‘cristianistas’, ou seja, os cristãos que vivem sem Cristo».
Estando na prisão, escrevia cartas à sua esposa Franziska, que decidiu doar algumas destas à basílica de São Bartolomeu para que estejam à disposição dos peregrinos que visitam este templo, onde também repousam outras relíquias de diversos mártires do século XX.
«Agradeço ao nosso Salvador porque pude sofrer por ele. Confio em sua infinita misericórdia. Espero que tenha me perdoado tudo e que não me abandone em minha última hora... Cumpri os mandamentos e, com a graça de Deus, logo voltaremos a nos ver no céu», diz em uma de suas cartas.
O beato Jagerstatter era um homem simples. Leigo, pai de família. «Era um personagem fortemente moderno, porque no fundo se interroga sobre perguntas que têm a ver conosco hoje. Por exemplo, a questão da coincidência, a liberdade do cristão e a relação com a escritura e com seu tempo», assegurou o autor.
Franz foi processado por insubmissão, por um tribunal militar reunido em Berlim, que em 6 de julho de 1943 o condenou à morte. Permaneceu detido desde março até maio de 1943, na prisão militar de Linz.
Um mártir que tem muito a dizer aos cristãos do século XXI: «Nós, cristãos, podemos viver esta fé simples que Franz vivia: lendo a Escritura, amando os demais, orando. É o que Franz viveu até as últimas conseqüências, e também nós podemos viver isso hoje», sintetizou o autor.
Consultório Coidado
Dr. Gibago,
Dirijo-me a si na tentativa de obter um esclarecimento que me permita ultrapassar uma questão que me apoquenta relativa a um tal de Blog Coidado. É que a pesar de ser um frequentador constante e diário, este ponto de encontro informático, nada aparece no mesmo acerca da minha existência, sinto que muito gostaria de ser alvo das brincadeiras que vou vendo neste espaço.
Questiono se há algo em mim de desinteressante, ou se por outro lado a minha conduta não vai no sentido correcto, resultante na participação neste muito frequentado “ponto de encontro”, ainda e se de procedimento se trata, qual aquele que pode ajudar a ultrapassar a questão.
Caro Leitor (a)
Com efeito a questão que coloca é pertinente, começo por referir, que a participação activa e visível num fórum de gente saudável (como parece ser o caso), tão só está dependente por um lado da identificação com a comunidade em questão, e por outro não deixa de ser fundamental, ser também portador (a) de princípios e personalidade adequada ao fórum em questão.
A personalidade e princípios a que refiro, é pilar fundamental, não só para fazer parte de uma comunidade interessante como esta, mas sim e também a clareza de espírito para brincar e estar preparado para que brinquem connosco.
Se o meu amigo (a) é portador das varias características que refiro, mais tarde ou mais cedo vai aparecer no local informático que tanto anseia, por outro lado se a ausência desta aparição perdurar, recomendo urgente introspecção e ou até o recurso a ajuda especializada no sentido de melhorar eventuais lacunas de sociabilização.
Dr. Gibago disse, “está dito”.
Dirijo-me a si na tentativa de obter um esclarecimento que me permita ultrapassar uma questão que me apoquenta relativa a um tal de Blog Coidado. É que a pesar de ser um frequentador constante e diário, este ponto de encontro informático, nada aparece no mesmo acerca da minha existência, sinto que muito gostaria de ser alvo das brincadeiras que vou vendo neste espaço.
Questiono se há algo em mim de desinteressante, ou se por outro lado a minha conduta não vai no sentido correcto, resultante na participação neste muito frequentado “ponto de encontro”, ainda e se de procedimento se trata, qual aquele que pode ajudar a ultrapassar a questão.
Caro Leitor (a)
Com efeito a questão que coloca é pertinente, começo por referir, que a participação activa e visível num fórum de gente saudável (como parece ser o caso), tão só está dependente por um lado da identificação com a comunidade em questão, e por outro não deixa de ser fundamental, ser também portador (a) de princípios e personalidade adequada ao fórum em questão.
A personalidade e princípios a que refiro, é pilar fundamental, não só para fazer parte de uma comunidade interessante como esta, mas sim e também a clareza de espírito para brincar e estar preparado para que brinquem connosco.
Se o meu amigo (a) é portador das varias características que refiro, mais tarde ou mais cedo vai aparecer no local informático que tanto anseia, por outro lado se a ausência desta aparição perdurar, recomendo urgente introspecção e ou até o recurso a ajuda especializada no sentido de melhorar eventuais lacunas de sociabilização.
Dr. Gibago disse, “está dito”.
sábado, 10 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Fala o(a) leitor(a)
Hoje tinha na caixa de correio electrónico um e-mail assinado, enviado por um(a) leitor(a) devidamente identificado(a), que rezava o seguinte:
Ó DR. DIGA-ME LÁ ........ QUEM É O BEATO ??? .........
Cumpre dizer que O BEATO é uma personagem que não "nasceu" no blog, foi criada na "rua". Nem foi "gerada" por nenhum dos editores deste espaço cibernético. Pese embora todos nós a conheçamos.
Caro(a) leitor(a), de momento nada mais poderá ser adiantado em relação à supracitada criatura, no entanto ao longo do presente mês mais novidades irão surgir neste espaço revigorado.
Agradeço a atenção dispensada a este nosso sítio e um muito obrigado pela colaboração.
Bem haja.
Lista de inscritos
O que um pobre faz para comer uma sopa
O pobre rapaz é um stripper de reconhecido gabarito que actua no Fungagá da Bicharada, mas em tempos de crise teve que se vira r para outros mercados....
Não havia nexexidade, hum
Rally Tuga da Xerra
Sabes mais que uma miúda de 2 anos?
Post dedicado ao ignorante do P.N.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Assistência Técnica
É com enorme prazer que o Coidado anuncia, aqui, o nascimento de um blog amigo, aliás, mais importante que isso, o blog de um amigo.
Bem vindo , Engenheiro, a este "mundo cruel" e coidado com as invejas e com a pequenez de espírito que por aí (aqui) pululam. Abraços.
O Sexo e a Cidade
Ouvi dizer, chegou-me aos ouvidos, afiançaram-me que houve aguém que terá dito que o Sexo e a Cidade era uma filme baseado numa série de tv em que umas mulheres davam umas por fora.
Eu não sei, eu não vejo essas coisas, ou melhor, não me deixam ver.
No entanto, não quero deixar passar esta oportunidade para fazer uma homenagem a todos os animais urbanos. Vejam o filme. Sublime.
O Pai Natal
A lendária figura do Pai Natal, ou São Nicolau ou Santa Claus, remonta a tempos imemoriais, ao folclore centro-europeu.

São Nicolau foi um bispo da Ásia Menor do século IV referenciado precocemente quanto às lendas de Natal por salvar marinheiros das tempestades, defender crianças e oferecer generosas prendas aos mais pobres. Embora muitas das “histórias” de Nicolau sejam de autenticidade duvidosa ( como entregar um saco de ouro deixando-o cair pela chaminé ) o que é certo é que a lenda correu a Europa dando-lhe um papel de tradicional “ dador“ de prendas.
A actual imagem do Pai Natal foi inventada pela empresa Coca-Cola nos anos 30. Nesse tempo a Coca-Cola procurava uma forma de aumentar as vendas dos seus produtos durante o inverno, altura do ano em que se verificava uma enorme quebra na venda dos refrigerantes. Contactaram então um conhecido ilustrador publicitário da época, de nome Haddon Sundblom, que criou uma série de memoráveis desenhos que recriavam e renovavam a antiga e algo tristonha imagem de Santa Claus, transformando-o numa versão bastante "rechunchuda" e colorida, vestido de traje de cor vermelha com orlas brancas de peluche e segurando uma Coca-Cola na mão. O sucesso da campanha publicitária foi enorme. E a imagem do Pai Natal ficou para sempre associada a essa marca e às suas cores.

Vem isto a propósito da figura sinistra do P.N. - que de algum modo se tenta colar ao Pai Natal - e da forma covarde como actua. Talvez por associar o Pai Natal à Coca Cola e por associar, também, a essa marca outra sinistra personagem que em tempos conhecemos, resolveu aplicar os mesmos métodos rastejantes que este elemento utilizava: a carta anónima.
Com esta missiva ficámos a saber duas coisas:
1º: O seu cáracter é do mais baixo que existe, a sua personalidade doentia roça mesmo o delírio paranoíco. É alguém que não olha a meios para tentar obter os seus intentos. E é uma personagem que tira tão pouco prazer da sua miserável existência que deseja ardentemente que todos os que o rodeiam não sejam pessoas alegres, bem dispostas e contentes com a vida.
2º: É uma pessoa de baixíssima escolaridade, cultura reduzidíssima e com um desenvolvimento intelectual a roçar a idiotia, pois o português presente na carta é confrangedor. Péssima construção frásica, virgúlas a separar o sujeito do predicado, utilização incorrecta da concordância e um mau uso dos tempos verbais.
Parece-me ser, mais um, caso patológico. Terei muito gosto em recebê-lo no meu consultório.
Acho que será um bom divã.
A MÂE E PAI DE TODAS AS COVARDIAS.
CARTA ANONIMA
Um belo dia a gente acorda e recebe uma carta, sem o nome do remetente, abre o envelope, mais curioso para saber de quem é do que propriamente o que ela diz, verifica que não tem assinatura, começa a ler logo nas primeiras linhas, conclui que deve ser uma dessas "cartas anônimas" que a gente tanto ouve falar mas nunca espera receber uma um dia, no princípio começa a achar graça, depois fica irritado, tem vontade de rasgar, mas não rasga, não é por nada não, mas é só para saber até onde esse cretino quer chegar uma vez que ele (o será ela?) tem certeza que a gente vai ler até o finzinho, não uma, mas duas, três, quatro, diversas vezes, não é por nada não, que a gente não vai dar bola para uma carta anônima, mas é só para ver se a gente descobre quem mandou, e só lá pela quinta ou sexta vez é que a gente começa a ter certeza, não bem certeza mas quase, porque só uma pessoa podia saber de tudo aquilo, mas essa pessoa seria incapaz de se sujeitar a papéis tristes desses, isto nunca, só se a pessoa contou para outra, mas que sordidez, que covardia, por que não assinou a carta para a gente ir conferir pessoalmente todas aquelas acusações? pensando bem, tem certas coisas tão secretas que só uma pessoa muito íntima poderia saber, tem outras que são exageradas, mas tem outras que são mentira, tudo mentira, não é possível, ou será que é? já que a pessoa sabe de tantas coisas quem sabe ela sabe de muita coisa que nem a gente sabe, afinal de contas dizem que o marido é sempre o último a saber, e daí? ora, e daí que pode ser verdade, e se há possibilidade da gente admitir que pode ser verdade, está criada a dúvida, vai ver que o autor da carta queria isso mesmo, criar a dúvida, portanto o melhor é não dar bola, ridículo, dar bola para uma carta que nem sequer tem uma assinatura, carta anônima não quer dizer coisa alguma, não significa nada, quer causar pânico, quer criar intriga, mas desta vez não vai conseguir nada, o melhor mesmo é a gente rasgar e jogar na cesta, mas antes disso não custa nada mostrar a um amigo só para a gente se divertir, para mostrar que não liga para essas coisas, que tem mentalidade avançada, que tem segurança de si mesmo, que tem personalidade, isso sempre conforta, encontrar alguém que sirva de apoio à opinião da gente em relação à gente mesmo, está aí, isso não é uma idéia muito recomendável mas a gente sempre faz, afinal de contas só no amigo dizer para a gente que aquilo é ridículo, já conforta, já dissipa a dúvida e é isso o que interessa.......
Um belo dia a gente acorda e recebe uma carta, sem o nome do remetente, abre o envelope, mais curioso para saber de quem é do que propriamente o que ela diz, verifica que não tem assinatura, começa a ler logo nas primeiras linhas, conclui que deve ser uma dessas "cartas anônimas" que a gente tanto ouve falar mas nunca espera receber uma um dia, no princípio começa a achar graça, depois fica irritado, tem vontade de rasgar, mas não rasga, não é por nada não, mas é só para saber até onde esse cretino quer chegar uma vez que ele (o será ela?) tem certeza que a gente vai ler até o finzinho, não uma, mas duas, três, quatro, diversas vezes, não é por nada não, que a gente não vai dar bola para uma carta anônima, mas é só para ver se a gente descobre quem mandou, e só lá pela quinta ou sexta vez é que a gente começa a ter certeza, não bem certeza mas quase, porque só uma pessoa podia saber de tudo aquilo, mas essa pessoa seria incapaz de se sujeitar a papéis tristes desses, isto nunca, só se a pessoa contou para outra, mas que sordidez, que covardia, por que não assinou a carta para a gente ir conferir pessoalmente todas aquelas acusações? pensando bem, tem certas coisas tão secretas que só uma pessoa muito íntima poderia saber, tem outras que são exageradas, mas tem outras que são mentira, tudo mentira, não é possível, ou será que é? já que a pessoa sabe de tantas coisas quem sabe ela sabe de muita coisa que nem a gente sabe, afinal de contas dizem que o marido é sempre o último a saber, e daí? ora, e daí que pode ser verdade, e se há possibilidade da gente admitir que pode ser verdade, está criada a dúvida, vai ver que o autor da carta queria isso mesmo, criar a dúvida, portanto o melhor é não dar bola, ridículo, dar bola para uma carta que nem sequer tem uma assinatura, carta anônima não quer dizer coisa alguma, não significa nada, quer causar pânico, quer criar intriga, mas desta vez não vai conseguir nada, o melhor mesmo é a gente rasgar e jogar na cesta, mas antes disso não custa nada mostrar a um amigo só para a gente se divertir, para mostrar que não liga para essas coisas, que tem mentalidade avançada, que tem segurança de si mesmo, que tem personalidade, isso sempre conforta, encontrar alguém que sirva de apoio à opinião da gente em relação à gente mesmo, está aí, isso não é uma idéia muito recomendável mas a gente sempre faz, afinal de contas só no amigo dizer para a gente que aquilo é ridículo, já conforta, já dissipa a dúvida e é isso o que interessa.......
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Beato Salu
Este é que é o verdadeiro Beato:

Convento do Beato
Eu aposto que o Beato é o dono do espaço representado abaixo:
que,refira-se, já lá fui muito feliz, parafraseando o caro Dr. José Carlos Malato.
Mania da perseguição
Hoje gostava de vos deixar, aqui, um breve apontamento feito por uma colega da área - psiquiatria - sobre a paranóia, ou como é mais comumente conhecida: a mania da perseguição.
Julgo ser um apontamento da maior relevância e da maior actualidade, visto que os tempos de crise - também de valores - em que, actualmente, vivemos podem induzir alguns distúrbios de ordem psíquica.
Distúrbios da Personalidade do 1º grupo: A Paranóia.
Cantinho do Gourmet
A Cervejaria Sagres, com uma sala acolhedora envolta numa decoração que nos faz sentir dentro do ambente de um navio, apresenta uma agradável variedade de entradas. A destacar como sugestão para refeição o "Bacalhau gratinado com broa" e também a não perder o "Naco de lombo". Tudo isto pode ser acompanhado por uma boa Sagres Bohemia, assim como outros produtos SCC.
Morada: Rua Bernardo Sequeira, 160 Braga
Telefone: 253 278 967
Enigma de Janeiro
Ouvi dizer, comenta-se nos corredores, chegou-me aos ouvidos ainda que ao de leve que há por aí uma nova personagem, O BEATO, quem será ela?

Aceitam-se palpites e dão-se alvíssaras.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
sábado, 3 de janeiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
E tu, ficas fora de jogo?
Sagres ultrapassa Super Bock por 2 meses mas não destrona líder
A Sagres conseguiu, em Outubro e Novembro deste ano, ultrapassar a Super Bock, em termos de vendas, algo que já não acontecia há mais de 20 anos, anunciou a Central e Cervejas, que detém a marca.
«Após mais de 20 anos em segundo lugar, a Sagres atinge a liderança nacional em valor no bimestre de Outubro e Novembro de 2008», diz a Central de Cervejas numa nota enviada à imprensa.
«No mercado total de Portugal, a Sagres tem 45% face aos 44,2% da Super Bock», acrescenta.
No entanto, e segundo dados divulgados pela própria Unicer, que detém a marca Super Bock, no total do ano, esta cerveja mantém-se «líder nacional em 2008, em termos de volume e de valor, tanto no canal Horeca como no canal Alimentar».
Os dados citados pela empresa são da consultora AC Nielsen e relativos ao ano em curso (ano móvel), e revelam que as quotas do mercado de cervejas português em valor são de 51,9% para a Unicer, face a 45,5% da Sociedade Central de Cervejas e Bebidas e de 45,5% para a Super Bock face aos 43,7% para a Sagres.
Também os dados em volume total do mercado português demonstram a liderança da Unicer (51%, 5,2 pontos percentuais acima da principal concorrente) e da Super Bock (43,1% face aos 41,8% da Sagres).
«Após mais de 20 anos em segundo lugar, a Sagres atinge a liderança nacional em valor no bimestre de Outubro e Novembro de 2008», diz a Central de Cervejas numa nota enviada à imprensa.
«No mercado total de Portugal, a Sagres tem 45% face aos 44,2% da Super Bock», acrescenta.
No entanto, e segundo dados divulgados pela própria Unicer, que detém a marca Super Bock, no total do ano, esta cerveja mantém-se «líder nacional em 2008, em termos de volume e de valor, tanto no canal Horeca como no canal Alimentar».
Os dados citados pela empresa são da consultora AC Nielsen e relativos ao ano em curso (ano móvel), e revelam que as quotas do mercado de cervejas português em valor são de 51,9% para a Unicer, face a 45,5% da Sociedade Central de Cervejas e Bebidas e de 45,5% para a Super Bock face aos 43,7% para a Sagres.
Também os dados em volume total do mercado português demonstram a liderança da Unicer (51%, 5,2 pontos percentuais acima da principal concorrente) e da Super Bock (43,1% face aos 41,8% da Sagres).
FELIZ ANO NOVO
Os meus Votos mais sinceros de um 2009 cheio de "propriedades".
E vamos lá a despachar isto que eu quero m'ir deitar.
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