São portas fechadas, paredes por derrubar, São iPads novinhos, só se podem ver ao longe...
quinta-feira, 24 de julho de 2008
quarta-feira, 23 de julho de 2008
terça-feira, 22 de julho de 2008
domingo, 20 de julho de 2008
NEM TUDO O QUE RELUZ É OURO



Pois, nos corredores, não se fala de outra coisa, nomeadamente, entre as mulheres, mas, sinto um certo "ar de gôso" no que se diz, ou então o assunto, não está a ser visto com a seriedade que merece.
Quem não conhece algumas desta conceitoadas fotos???
Quem não nos diz que o rapaz até participou numa destas fotos, e o facto de O verem em trajes menores,(ou sem eles) seria a preparação para o evento???!!!
Portanto, vamos lá parar com os juisos de valor em fundamentos vãos e "falatórios" inúteis!!!...
Até porque o rapaz sempre se afirmou com grande verticalidade.
...Por vezes "queima-se" a reputação de uma pessoa sem razões para tal...
...Por vezes "queima-se" a reputação de uma pessoa sem razões para tal...
sábado, 19 de julho de 2008
Espreitas
No meu posto avançado de vigilância electrónica da serra da Lousã descobri de onde nos andam a espreitar:
Mas comigo acabou-se a mama toda, que o pai é que sabe!
Prova Naturista
Realizou-se no pretérito fim de semana a, já, habitual prova velocipédica naturista entre o Roxo e Antanhol, com meta volante no i-Parque e contagem de montanha de 3ª categoria no aeródromo de Cernache.Como podem ver pela fotografia foi um convívio bastante participado, que é o mais importante para todos aqueles que tal como eu o que lhe dá mais prazer é tirar a roupa em público com o pretexto do desporto.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Dizer bem e depressa
Numa atitude de Responsabilidade Social demonstrou que o principal activo de uma Empresa são os seus trabalhadores.
Um gesto que só o engrandece, a si e às suas empresas.
Os trabalhadores irão, certamente, trabalhar mais felizes, com menos preocupações e a sua produtividade será, seguramente, muito superior tornando um (suposto) gasto de meio milhão de euros num investimento de alta rentabilidade.
Um grande Bem Haja e uma enorme esperança que mais sigam o exemplo.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Beli Jones e os Salteadores da Arca Perdida
Em 2008, o arqueólogo Beli Jones é contratado para encontrar a Arca da Barraca, que segundo consta desapareceu num freguês. Mas como a lenda diz que o exército que a possuir será invencível, Beli Jones terá um adversário de peso na busca pela arca perdida: o próprio Bin Laden. A fórmula de “Raiders of the Lost Ark” reside numa acção trepidante com pausas estratégicas. Há um enorme misticismo na procura dos tesouros que tanto são sagrados como valiosos, tanto têm um valor espiritual e religioso como representam fortunas fabulosas – tanto parecem pertencer a um outro mundo como ao nosso. Como se constata num balanço generalizado da história, a moral vem provar que a ambição desmedida é destruidora. A narrativa decorre em vários pontos geográficos da região de Coimbra, numa época em que Bin Laden e os seus seguidores constituíam uma terrível ameaça para a Humanidade.
Há aqui a clássica parceria do herói e dos seus companheiros - o incansável Peter Oldie, o sempre bem-disposto George Estropício e o seu braço direito Vidal Fitas - mediante uma trama onde são perseguidos por fregueses, mordomos de festa, stands, copos 0,20 e maldições de meter medo. Parece haver neste tipo de intrigas com um teor místico (sobrenatural) e simultaneamente político.
A sequência inicial de “Os Salteadores da Arca Perdida” tem cerca de meia dúzia de minutos e funciona como uma antecipação do que virá depois. Digamos que define com que linhas se cozem as intrigas daquele universo trepidante. Para inferirmos facilmente que tipo de emoções poderemos esperar posteriormente e também de que heroicidade (às vezes batoteira) vive o Dr. Beli Jones.
Depois, encontramos um pacato Dr. Jones no remanso do seu gabinete numa pacata rotina. Até tudo se precipitar de novo numa acção vertiginosa e frenética. Então os acontecimentos precipitam-se em catadupa e numa movimentação que se poderia tornar cansativa.
Um filme ligeiro mas sabiamente dirigido como “Salteadores da Arca Perdida” merece o seu local de destaque na História do Cinema. Trata-se de um produto industrial brilhantemente executado por artificies de grande talento. De resto, o filme nada tem a oferecer senão um entretenimento simpático, um divertimento que se vê (e revê) com agrado porque nada tem a ver com a nossa realidade e é exactamente isso que às vezes buscamos numa sala de cinema – uma diversão ou uma fuga aos dramas do nosso mundo.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
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