terça-feira, 30 de junho de 2009

sexta-feira, 26 de junho de 2009

A nova família portuguesa...


Still "Magalhains"...!! (também vai de férias com a família!)

Notícias Académicas

O Presidente da Comissão Executiva da Sociedade Central de Cervejas e Bebidas (SCC), Alberto da Ponte, esteve hoje de visita ao Estádio Finibanco Cidade de Coimbra, aproveitando a oportunidade para se tornar sócio da Académica, recebendo o cartão nº 11.040 das mãos do Presidente da Associação Académica de Coimbra/Organismo Autónomo de Futebol, o Engº. José Eduardo Simões.


O CEO da Central de Cervejas chegou acompanhado por Nuno Pinto de Magalhães, provedor da empresa, que marcou também presença na cerimónia de entrega do cartão de sócio da Briosa a Alberto da Ponte.

A Académica/OAF orgulha-se de ter na sua lista de associados o nome de Alberto da Ponte, figura reconhecida e com grande prestígio no panorama nacional e internacional e que, com o sucesso com que tem liderado a Sociedade Central de Cervejas e Bebidas, é certamente um exemplo para todos os academistas.


Para além disso, a Briosa pretende que esta iniciativa sirva também para angariar um maior número de sócios que são, como se sabe, parte vital da vida de um clube.

A Académica aproveita ainda a oportunidade para agradecer a visita de Alberto da Ponte ao Estádio Finibanco Cidade de Coimbra, desejando-lhe as melhores saudações académicas.


Notícia retirada do site oficial da AAC/OAF.

sábado, 20 de junho de 2009

Reforçar o Customer Intimacy...


O que será que o nosso querido Marcolino quer dizer realmente com "reforçar o customer intimacy"..?? A avaliar pelo sorriso alegre dele (nas fotos e no momento do anúncio), alguém adivinha...?

Convite

Finalmente está pronta!!!

Inauguração da piscina



Companheiros :

Acabámos de colocar uma piscina em casa, e, para evitar caminhar demais, instalámos ao lado uma caixa térmica com a cerveja necessária para saciar a sede.

Cá vos estamos esperando para um banhode piscina e uma cerveja estupidamente gelada.


Um abração e até breve.







sexta-feira, 19 de junho de 2009

Espaço Publicitário*


E o Calimero sodomizou a Abelha Maia
Teve um climax, ejaculou, sujou-lhe a saia
Maia meretriz do pénis
Copula, copula sem parar

*Espaço da responsabilidade do anunciante.

Frases que fizeram história

"Eu não preciso disto para viver. A propósito, já depositaram as despesas?"

"Muita e boas vendas."

"Vamos lá a despachar isto que eu quero m'ir deitar."

"Eu não estou para pagar a meretriz* para que outros a copulem*."

*estas palavras substituem as originais que eram do mais puro vernáculo lusitano.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

E esta, quem é?

A esta eu qualquer dia parto-lhe o focinho. Por dois motivos:
O primeiro por estar a beber Super Bock;
O segundo pela forma como pega no corpo da garrafa e abocanha o gargalo.

Que saudades que eu tenho do carrinho de mão....

quarta-feira, 17 de junho de 2009

The Dukes are back...!!

Eles estão de volta.... e com xerife... (consta por aí, ouvimos dizer em primeira mão, que andam todos com medalha dourada ao peito...)

Heineken no NB

Ouvi dizer, chegou-me às mãos ainda que ao de leve, comenta-se nas ruas, diz que no próximo sábado vai haver uma festa patrocinada pela Heineken no NB Club Coimbra.

Quem é ele?

Ouvi dizer, comenta-se nos corredores, chegou-me aos ouvidos ainda que ao de leve que o sujeito da fotografia é conhecido pela esmagadora maioria dos elementos deste blog de - com licença da palavra - merda.
O Coidado oferece uma grade de mine a quem acertar no nome do meliante.

Dos que estão não falta nenhum


Cá para mim falta alguém nesta fotografia, ou terá sido o Pequenito a tirá-la?
O melhor mesmo é perguntar ao senhor SANTOS.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Informação CTT

os carteiros do COIDADO informam que se está a estudar os Grandiosos Festejos da Bosta numero 1000 (já descontadas as dos COMICHOSOS) é de estar atento, pois este ponto de encontro, é proficuo em surpresas.

sábado, 13 de junho de 2009

Feira Medieval

Bazilius, incontornável personagem e alto quadro do sponsoring das Feiras Medievais, esteve uma vez mais em plano de destaque, hoje, na Sé Velha durante mais uma representação cénica de um mercado da Idade Média.
Em plano de destaque esteve, também, a cerveja Sagres, apesar dos copos da concorrência, mas é como diz uma baixo quadro de uma certa e determinada empresa: uma boa cerveja cai bem em qualquer copo...

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Amanhã é dia de Feira Medieval


Ainda não cantara o galo nem se pusera a estrela da alva quando Basílio acordou e se levantou cedo naquele dia. Tudo fazia já com dificuldade. A lepra alastrara-lhe pela pele, as feridas nas pernas e nos braços, à força de tanto as coçar, semelhavam flores vermelhas a gotejar sangue. Com dificuldade vestiu a serapilheira que da cabeça até aos pés o cobria como túnica; com maior dificuldade ainda, levou à boca a malga partida onde conservara, seco e escuro, o resto de uma sopa de vários dias.
Basílio, porém, estava contente. Era dia de feira. Era o dia em que os senhores e as senhoras da Alta se dignavam descer dos seus paços, das suas casas de janelas e portas apaineladas, e misturar-se, seguidos por criados e criadas, com o povo que vinha dos burgos à volta da cidade. Muitos o conheciam já e, se lhes pedisse uma esmolinha pelas almas, estava certo de receber, na velha coifa que lhes estendia, umas moedas que viriam matar-lhe uma fome de meses. E talvez o talhante que ficava ao canto do largo lhe desse, como de costume, uma nesga de pão e um naco de chouriço.
Por isso, Basílio estava contente. Mas tão fraco, tão cansado, tão esquecido, que ele próprio se desconhecia. Deu-lhe para lembrar a mulher. Haviam sido caseiros do Mosteiro até que ela morrera, muito nova e muito branca, e se fora a sepultar numa velha igreja do arrabalde. Deu-lhe para lembrar os filhos. Na verdade, já nem se lembrava da cara de cada um: o mais velho morrera pequenino; o mais novo desaparecera em batalha real. E depois viera a doença, a falta de forças, a penúria dos haveres, a miséria…
Mas Basílio parou de recordar. Tudo era confuso, tudo lhe provocava uma sensação de dor, de vómito, de tontura, de medo, de solidão! Era preciso deixar de pensar. Era dia de feira. O que importava era lá chegar, subindo por congostas íngremes e evitando a canzoada, também famélica, que infestava as ruas.
Finalmente, Basílio, levantou-se, agarrou o cajado onde se apoiava há anos, benzeu-se defronte de uma estampa sebenta que lhe haviam dado e que representava o santo do seu nome: São Basílio que – haviam-lhe dito – fora homem de muito saber e muita virtude. Mas as pernas pesaram-lhe e dobraram-se; os olhos tornaram-se de vidro e, pouco a pouco, o corpo de Basílio foi escorregando, escorregando devagar, até cair no chão de terra com os braços em cruz.
Foi assim que Basílio, naquele dia, foi à feira: não à feira dos ilustres senhores e senhoras da alta nem à dos bons mercadores e mercadoras da Calçada, mas à feira eterna onde se encontrou, cara a cara, com os Santos e Santas que sempre invocava e a que recorrera durante toda a vida.
Mas Basílio não morreu. As suas dores, as suas feridas, os seus lamentos de mendigo, as suas súplicas torturadas, os seus sonhos – não poderá um pobre sonhar?!... – Continuaram a fazer parte da feira. E atravessaram os anos, venceram os séculos, galgaram as distâncias, chegaram até nós. E na feira imensa que é mundo de que fazemos parte na feira que se vive todos os dias, na que se goza em todas as festas do ano essas dores, essas feridas, esses lamentos, essas súplicas, esses sonhos são como voz da humanidade. Da humanidade que cumpre o seu destino que sofreu ontem, que sofre hoje, que sofrerá amanhã… sempre embalada, porém, por uma esperança que não morre.
Por isso, a Feira continuará também a existir. Continuará a ser um local privilegiado de venda, de convívio, de jogo, de consumo, de troca e, acima de tudo, de competição. Ali se continuará a comprar o que faz falta e o que é supérfluo. Ali se continuarão a mercadejar mil e um produtos. Em reverência pelo deus-dinheiro, ali continuarão a aparecer os adivinhos, as barracas de comes e bebes, os gaiteiros, as barracas de discos e cassetes, os jograis, as barracas de tiro, os malabaristas, os carrosséis de cavalos e aviões, os saltimbancos, os carros de choque…e pelo meio passarão frades a pedir para o mosteiro, vendedores de pipocas e castanha de caju, romeiros a caminho de Santiago, parezinhos de namorados em juras eternas…
Vindo, porém, de todo um passado de sofrimento humano haverá sempre um Basílio que nos virá recordar que a história se não conduz aos critérios da economia nem à louva minha e incensação dos poderosos – sejam medievais senhores de pendão e caldeira, sejam tecnocráticos e especializados gestores de empresas e “lobbies” da nossa época. Ela é também o cenário onde se agitam os marginalizados, os pobres, os famintos, os miseráveis, os que na feira da vida nada mais querem do que um pouco de pão, de carinho e de esperança.
Entre muitas outras, essa foi uma das lições, talvez a mais tocante, da Feira Medieval de Coimbra a da actuação, sublime e comovente, de Joaquim Basílio, o “mendigo” da feira, que seiscentos anos depois, em plena Sé Velha, no meio de um fausto e de pompa de ocasião, soube reconstituir, perante os nossos olhos deslumbrados, um longo e doloroso percurso da dor humana, despertando em nós a mais fraterna solidariedade por todos os deserdados deste mundo, pelos “basílios” de todos os tempos…

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Ogre Virgem

Para satisfazer os devaneios sexuais - que também os tem - do nosso querido Varela, o Coidado tem a honra de apresentar em primeira mão uma fotografia de Susan Boyle nua.
Aqui fica exposto o famoso Ogre Virgem tal e qual como vio ao mundo, conforme solicitação do Varela.
Só nos apraz dizer o seguinte:
És tão boa, és tão boa, és tão boa...

Susan Boyle nua

Caro Dr. Gibago,

Há uns dias que um fetiche me tem assaltado o espírito, gostaria de ver a Susan Boyle nua, assim tal e qual como veio ao mundo, nuínha.
Será que o coidado me poderia ajudar?
Desde já expresso-lhe a minha mais profunda gratidão.

Seu,
Varela